segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Frases com títulos

Uma iniciativa do blog «Bibliotecário de Babel», de José Mário Silva, em que participei.
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O que vou escrevendo

Um pouco do que vou escrevendo…
(...) E fez um movimento com a enxada, cavou a terra e atirou contra elas, uma vez, e depois mais outra, e ainda mais outra. Por momentos fiquei com a ideia de que estavam a ceder, mas logo a seguir elas ganharam força, como se alguém, de longe, protegido, num gabinete luxuoso, tipo ministério, as controlasse remotamente, e assim se divertisse. (...)
(imagem do cenário aqui)
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domingo, 5 de outubro de 2008

O Paulo Bento de Lisboa

Péssimo, não sei quantas vezes péssimo, o jogo do Sporting esta noite com o Porto – Sporting 1 (João Moutinho), Porto 2. Se calhar esta época isto não vai correr nada bem. Começam a confirmar-se alguns receios. E confirma-se completamente o perigo de ter Rui Patrício na baliza (o segundo golo do Porto, de Bruno Alves, vai ficar certamente como um dos frangos deste campeonato), assim como se confirma completamente o facto de Paulo Bento, o Paulo Bento de Lisboa, ser realmente um treinador pouco inteligente, como tenho vindo aqui a referir (por exemplo, nas entrevistas rápidas falou a seguir ao guarda-redes do Porto, o injustiçado Nuno, e deu bem para ver a diferença de discursos).
Uma explicação… Escrevi «Paulo Bento de Lisboa» por causa de uma crónica do Luís Graça na revista «Os Meus Livros», sobre Oscar Wilde, em que ele faz notar que já na segunda metade do século XIX o irlandês usava o cabelo à Paulo Bento; o Luís até se admira como é que Oscar Wilde não é referido aqui.
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Um «indivíduo excepcional»

Foi ontem à noite. Mário Crespo, num daqueles programas da CNN que passam na SIC, dizia que o sistema norte-americano para a eleição do presidente, com todo o percurso que é feito durante as primárias de cada partido (dois!), faz com que à disputa final cheguem apenas aquilo que denominava como «indivíduos excepcionais». O programa era sobre Obama e MacCain, em relação aos quais Mário Crespo me pareceu absolutamente deslumbrado. Dois «indivíduos excepcionais»… Não digo que não. Mas não posso deixar de lembrar-me do «indivíduo excepcional» ali da foto, que chegou onde chegou através do mesmo sistema de eleição.
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sábado, 4 de outubro de 2008

Uma novidade

Provavelmente isto não é uma notícia para o meio editorial cá da terra, mas finalmente o meu próximo romance está quase terminado; ando agora nas últimas revisões. Preparo-me para outros projectos e sobretudo para um que me diz muito, a edição dos textos que uma pessoa tão misteriosa quanto especial deixou comigo, em 1992: os textos do pequeno caderno de Diana Törving, que ainda hoje não sei se ficou esquecido no meu carro perto da cidade francesa de Clermont-Ferrand se foi lá deixado de propósito; quero acreditar que foi de propósito.
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Ainda sobre Dinis Machado

Ler aqui, aqui e aqui.
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O que vou escrevendo

Um pouco do que vou escrevendo…
Passou-me pela cabeça a ideia de uma corrida com as chamas, mas isso não, por mais que se apressassem pelo medronhal elas nunca poderiam acompanhar a velocidade da carrinha.
(imagem do cenário aqui)
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sexta-feira, 3 de outubro de 2008

A casa do artista

Ilustração de Pedro Vieira, tirada daqui. Ver também isto e isto.
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Dinis Machado (1930-2008)

Teria sempre de haver lugar para ele no meu último romance. Morreu hoje Dinis Machado.
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Alguma inveja

Infelizmente, não pude ver o jogo do Sporting com o Basileia – Sporting 2 (Romagnoli, Derlei), Basileia 0. Deu no entanto para perceber, pelo que vi e ouvi depois, que as coisas não estão bem e que Paulo Bento ficou com alguma inveja dos aplausos a Vukcevic. E se calhar não foi só ele…
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quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Um deus desaparecido

O José Mário Silva fala aqui do exemplar do romance «O Deus das Moscas» que a Dom Quixote lhe mandou dentro de um mosquiteiro e com algumas moscas, algo que classifica como «marketing inventivo». A mim enviaram igualmente um exemplar no saco de rede, com cinco ou seis moscas. Mas fizeram mais… Não sei com que intenções, também enviaram o próprio deus, da cor da rede, muito branco (na volta para disfarçar). Pensei que me tinha saído a sorte grande... Só que quando abri o saco o espertalhão aproveitou para fugir, e a verdade é que nunca mais o vi. Agora não sei se anda perdido aí pelo montado, se encontrou o pequeno Fernando Pessoa e estão os dois à conversa nalgum canto cá de casa ou até se já está em Lisboa, ou no Algarve, ou mesmo, quem sabe, metido nalgum avião a cruzar os céus a caminho nem imagino de que lugar.
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Um pedido (uma vez sem exemplo)

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