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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Muito a correr

Os dois últimos jogos do Sporting. Frustração na Trofa no passado fim-de-semana (Trofense 0, Sporting 0) e o campeonato de novo mais longe. Incompetência (até do árbitro) e alguma falta de sorte ditaram o resultado. Ontem, as meias-finais da Taça da Liga, a organização presidida por Hermínio Loureiro, que também ontem vi a passar numa rua de Lisboa, coisa que me deixou surpreendido, não por ele andar na rua mas por ser quase tão baixo como o António Vitorino; uma cabazada a um Porto de coxos (Sporting 4 – Romagnoli 2, Derlei 2 –, Porto 1) e a passagem à final para jogar contra o Benfica, que é sempre melhor do que ter de jogar contra o Guimarães. Os dois golos de Derlei foram fantásticos (destaque ainda para a exibição de Vukcevic e sobretudo para a de Pereirinha, num jogo em que aconteceu um milagre, o de haver uma grande penalidade sobre Andersson Polga, não sei se inventada ou não, mas assinalada, logo sobre ele que é especialista em cometê-las).
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domingo, 5 de outubro de 2008

O Paulo Bento de Lisboa

Péssimo, não sei quantas vezes péssimo, o jogo do Sporting esta noite com o Porto – Sporting 1 (João Moutinho), Porto 2. Se calhar esta época isto não vai correr nada bem. Começam a confirmar-se alguns receios. E confirma-se completamente o perigo de ter Rui Patrício na baliza (o segundo golo do Porto, de Bruno Alves, vai ficar certamente como um dos frangos deste campeonato), assim como se confirma completamente o facto de Paulo Bento, o Paulo Bento de Lisboa, ser realmente um treinador pouco inteligente, como tenho vindo aqui a referir (por exemplo, nas entrevistas rápidas falou a seguir ao guarda-redes do Porto, o injustiçado Nuno, e deu bem para ver a diferença de discursos).
Uma explicação… Escrevi «Paulo Bento de Lisboa» por causa de uma crónica do Luís Graça na revista «Os Meus Livros», sobre Oscar Wilde, em que ele faz notar que já na segunda metade do século XIX o irlandês usava o cabelo à Paulo Bento; o Luís até se admira como é que Oscar Wilde não é referido aqui.
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segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Vamos esquecer os gestores

Vamos esquecer por agora os gestores (?) que temos no Sporting, da mesma forma que Paulo Bento desta vez se esqueceu daquele rapaz com nome começado por pê e acabado em «ic» que tem a particularidade de não ter nascido para futebolista. Gostei de ver o Sporting 2 (Vukcevic e Izmailov), Porto 0, gostei muito, mesmo muito. Eu nem estava nervoso, como nos jogos de Alvalade com o Porto a contar para os dois campeonatos anteriores. O ano passado, por exemplo, a primeira parte deu a ideia de que nunca nos últimos anos tinha havido uma oportunidade tão boa para ganhar ao Porto, mas na segunda parte a falta de jeito de Ricardo e a falta de aplicação crónica de Caneira redundaram no empate, conseguido por Quaresma. E eu estava nervoso, porque aquilo era a sério. Este ano não, com catorze pontos de diferença estava tranquilo. Tinha até a ideia de que íamos ganhar, ou por dois ou então por três a zero. Não sabia era como. Mas o facto de o Sporting apresentar onze jogadores ajudou. O porto dominou – nas contas da televisão até teve 61 por cento de posse de bola, e falhou golos e teve uns lances de azar. Mas o Sporting ganhou por dois a zero. E lutou. E até o Polga, que luta sempre, desta vez mostrou calma e algum jeito com a bola. E o Farnerud (desporto recomendado, badminton), que entrou na segunda parte com o cabelo todo esquisito, não causou problemas. Quanto ao futuro, não sei… Mas estou tranquilo; se com catorze pontos de diferença estava, com onze também não há razões para não estar (talvez se chegarmos aos três ou aos quatro pontos de diferença eu fique nervoso, mas por agora não). Quanto aos gestores (?), repito, vamos esquecê-los neste tempo de vitória.
Imagem: site oficial do Sporting