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segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Vamos esquecer os gestores

Vamos esquecer por agora os gestores (?) que temos no Sporting, da mesma forma que Paulo Bento desta vez se esqueceu daquele rapaz com nome começado por pê e acabado em «ic» que tem a particularidade de não ter nascido para futebolista. Gostei de ver o Sporting 2 (Vukcevic e Izmailov), Porto 0, gostei muito, mesmo muito. Eu nem estava nervoso, como nos jogos de Alvalade com o Porto a contar para os dois campeonatos anteriores. O ano passado, por exemplo, a primeira parte deu a ideia de que nunca nos últimos anos tinha havido uma oportunidade tão boa para ganhar ao Porto, mas na segunda parte a falta de jeito de Ricardo e a falta de aplicação crónica de Caneira redundaram no empate, conseguido por Quaresma. E eu estava nervoso, porque aquilo era a sério. Este ano não, com catorze pontos de diferença estava tranquilo. Tinha até a ideia de que íamos ganhar, ou por dois ou então por três a zero. Não sabia era como. Mas o facto de o Sporting apresentar onze jogadores ajudou. O porto dominou – nas contas da televisão até teve 61 por cento de posse de bola, e falhou golos e teve uns lances de azar. Mas o Sporting ganhou por dois a zero. E lutou. E até o Polga, que luta sempre, desta vez mostrou calma e algum jeito com a bola. E o Farnerud (desporto recomendado, badminton), que entrou na segunda parte com o cabelo todo esquisito, não causou problemas. Quanto ao futuro, não sei… Mas estou tranquilo; se com catorze pontos de diferença estava, com onze também não há razões para não estar (talvez se chegarmos aos três ou aos quatro pontos de diferença eu fique nervoso, mas por agora não). Quanto aos gestores (?), repito, vamos esquecê-los neste tempo de vitória.
Imagem: site oficial do Sporting