Provavelmente isto não é uma notícia para o meio editorial cá da terra, mas finalmente o meu próximo romance está quase terminado; ando agora nas últimas revisões. Preparo-me para outros projectos e sobretudo para um que me diz muito, a edição dos textos que uma pessoa tão misteriosa quanto especial deixou comigo, em 1992: os textos do pequeno caderno de Diana Törving, que ainda hoje não sei se ficou esquecido no meu carro perto da cidade francesa de Clermont-Ferrand se foi lá deixado de propósito; quero acreditar que foi de propósito.
.