Provavelmente isto não é uma notícia para o meio editorial cá da terra, mas finalmente o meu próximo romance está quase terminado; ando agora nas últimas revisões. Preparo-me para outros projectos e sobretudo para um que me diz muito, a edição dos textos que uma pessoa tão misteriosa quanto especial deixou comigo, em 1992: os textos do pequeno caderno de Diana Törving, que ainda hoje não sei se ficou esquecido no meu carro perto da cidade francesa de Clermont-Ferrand se foi lá deixado de propósito; quero acreditar que foi de propósito.
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3 comentários:
Aguardamo-lo (ao romance) com a expectativa com que se aguardam os trabalhos dos amigos...
Quanto aos originais, é bem possível que tenham lá ficado de propósito, como reconhecimento, gratidão ou, quiçá, como oferta pelo conforto do habitáculo.
Há (des)encontros destes!
´Bora lá, António.
Só mais um esforçozinho. Para ficares de consciência tranquila de que trabalhaste no máximo.
Uma coisa: não dá para voltar ao design anterior do blogue? Eu gostava muito mais, mas é óbvio que é muito mais do que isso o que me traz aqui.
Aquele abraço.
(já estou de camisola do Stromp vestida)
Aguardo impacientemente!
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