Mostrar mensagens com a etiqueta Fernando Pessoa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Fernando Pessoa. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Um deus desaparecido

O José Mário Silva fala aqui do exemplar do romance «O Deus das Moscas» que a Dom Quixote lhe mandou dentro de um mosquiteiro e com algumas moscas, algo que classifica como «marketing inventivo». A mim enviaram igualmente um exemplar no saco de rede, com cinco ou seis moscas. Mas fizeram mais… Não sei com que intenções, também enviaram o próprio deus, da cor da rede, muito branco (na volta para disfarçar). Pensei que me tinha saído a sorte grande... Só que quando abri o saco o espertalhão aproveitou para fugir, e a verdade é que nunca mais o vi. Agora não sei se anda perdido aí pelo montado, se encontrou o pequeno Fernando Pessoa e estão os dois à conversa nalgum canto cá de casa ou até se já está em Lisboa, ou no Algarve, ou mesmo, quem sabe, metido nalgum avião a cruzar os céus a caminho nem imagino de que lugar.
.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Talvez procurasse comida

O pequeno fantasma de Fernando Pessoa, apanhado há pouco na cozinha, a rondar o frigorífico. Cada vez é mais difícil fotografá-lo (hoje, estranhamente, apareceu numa divisão que tinha as luzes acesas).
(ver também aqui)
.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

O meu incrível fantasma de Pessoa

Provavelmente não vão acreditar nisto, mas o meu pequeno e incrível fantasma de Fernando Pessoa, cuja primeira fotografia mostrei pela primeira vez aqui, continua cá por casa, de um lado para o outro. Só que agora é uma carga de trabalhos para conseguir fotografá-lo, porque passou a andar só à noite e em paredes de divisões com as luzes apagadas. Apanhá-lo é uma questão de sorte. Esta noite foi isso que aconteceu; de repente, acendi uma lanterna bem apontada para um dos sítios onde sei que ele gosta de aparecer e zás… Quando o minorca (um centímetro e meio da altura, não mais) desapareceu, já eu o tinha apanhado com a máquina fotográfica. Ficou assim a fotografia.
.

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Pessoa, aqui pelas paredes

O pequeno fantasma de Fernando Pessoa, que já mostrei duas vezes neste blog, aqui e aqui, por cá anda de um lado para o outro. Nesta imagem, avança decidido numa das paredes da cozinha, bem rentinho ao chão. Hoje, como é um dia importante, pode muito bem estar a preparar alguma.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Novidades do pequeno fantasma

O pequeno fantasma de Fernando Pessoa continua cá por casa. Fotografei-o há uns minutos, já noutra parede. Na passada sexta-feira mandei fazer uma limpeza, depois de dizer para mim mesmo que se tratava de uma mancha e que o melhor era voltar atrás na decisão de não fazer nada. No sábado já não vi a mancha e então elogiei em pensamento a competência da empregada. Hoje, já de noite, ia a andar pela sala quando reparei em qualquer coisa perto do tecto. Uma aranha? Uma borboleta? Uma mancha? O super-homem só que em ponto pequeno e a preto e branco? Nem me lembrava já do pequeno poeta… Subi o escadote que uso para chegar aos livros das prateleiras mais altas e percebi o que era, ou quem era. Fui a correr buscar a máquina fotográfica. Ainda pensei que poderia assustá-lo com o flash, mas não, nem sinal disso. Na volta, distraído, ele nem percebeu.

sábado, 24 de maio de 2008

Um pequeno fantasma de Pessoa

Na parede de uma das casas de banho cá de casa apareceu uma pequena mancha que logo me pareceu uma silhueta de Fernando Pessoa; na volta, um pequeno fantasma do poeta. Para já a parede não vai ser limpa, e eu até estou curioso para ver o que acontece.