sábado, 24 de maio de 2008

Um pequeno fantasma de Pessoa

Na parede de uma das casas de banho cá de casa apareceu uma pequena mancha que logo me pareceu uma silhueta de Fernando Pessoa; na volta, um pequeno fantasma do poeta. Para já a parede não vai ser limpa, e eu até estou curioso para ver o que acontece.

12 comentários:

Luís Graça disse...

Fazes tu muito bem.
Deixa ver no que dá. Para além da inspiração para integrar o episódio num livro.
Se for mesmo ele, és um privilegiado.
Nesse caso, o Fernando terá uma intenção determinada.

Estive hoje na Feira do Livro. Ainda não sabiam quais as datas das tuas sessões de autógrafos.
Quando souberes, diz-me, O.K?

Inês Ramos disse...

Eh, eh... Podes já pôr a tua parede à venda no ebay. Talvez ganhes uma fortuna como aquela mulher que viu Jesus Cristo numa tosta...
:-)

Sophie Real disse...

Eu se pudesse comprava essa parede, toda a casa, a região... Não apague a mancha!

Anónimo disse...

Qual ebay, qual quê? Isso é lá coisa que se comercialize?... Além disso, Pessoa faria 120 anos no próximo dia 13. Aguardemos para observar se a esfinge se revela mais...
Sandra

Anónimo disse...

Que coisa mais estranha?... Um verdadeiro mistério, falta saber como irá acabar.

Filipe Guedes

Anónimo disse...

Você não terá andado a pintar a parede?

EFT

Francisco disse...

Se for ele, manda-lhe um abraço.

candida disse...

Que delirius mentres! :)

Sarah disse...

para aparições, consultar Ensaios sobre a aparição, de Georges Didi-Huberman, ou ainda dele, O que vemos nos olha - traduzido no Brasil. um abraço, boas aparições (essa é realmente MUITO BOA :-)

Sarah disse...

Sobre aparições consultar Georges Didi-Huberman, Ensaios sobre a aparição, ou (traduzido no Brasil) O que vemos nos olha. Um abraço, boas aparições (essa é realmente MUITO BOA :-)

Anónimo disse...

É permitida uma boca prosaica (chamado balde de água fria)?
- Vá sensatamente preparando a carteira para o que o espera:)

Anónimo disse...

Gostava muito de ver essa pequena maravilha. Se não estivesse tão longe, ia bater-lhe à porta.

Maria de Lurdes Mateus