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quarta-feira, 11 de maio de 2011

Feira do Livro de Lisboa

Sessão de autógrafos na Feira do Livro de Lisboa: 15 de Maio, 16-18 horas (Quetzal, Grupo Porto Editora).

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Feira do Livro de Lisboa

Sessão de autógrafos na Feira do Livro de Lisboa, Sábado, dia 15 de Maio, entre as 16H30 e as 18H00; do romance «Uma Noite com o Fogo» e do novo livro, «O Sorriso Enigmático do Javali» (que chega às livrarias a 14). Stand da Quetzal.
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sexta-feira, 30 de abril de 2010

Autógrafos

Autores da Quetzal na Feira do Livro de Lisboa, aqui. Eu vou na parte final (dia 15 de Maio, entre as 16H30 e as 18H00), quando o novo livro já estiver pronto.
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quarta-feira, 28 de abril de 2010

Feira do livro

Sessão de autógrafos na Feira do Livro de Lisboa, Sábado, dia 15 de Maio, entre as 16H30 e as 18H00; do romance «Uma Noite com o Fogo» e do novo livro, «O Sorriso Enigmático do Javali» (que chega às livrarias a 14) - stand da Quetzal.
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quinta-feira, 14 de maio de 2009

Feira do Livro de Lisboa

Sessão de autógrafos do romance «Uma Noite com o Fogo»: Sábado, 16 de Maio, pelas 15 horas (stand da Quetzal).
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segunda-feira, 9 de junho de 2008

Um pequeno pardal, depois da feira do livro

Estive esta tarde na Feira do Livro de Lisboa. Para uma sessão de autógrafos. Ainda deu para uma espreitadela à Praça Leya, de onde saí com um autógrafo do Francisco («Longe de Manaus»). Cento e tal quilómetros depois, ao abrir o portão do monte, dei com um vulto pequenino no chão do alpendre. Era um pardal caído de um dos ninhos do telhado. Não se mexia. A poucos metros, em cima de um banco, um dos gatos, o amarelo, observava-o. Não sei por que é que terá esperado. Fui apanhar o pequeno pardal, que parecia assustadíssimo mas que aparentemente não tinha nada partido. Assim que o agarrei fechou os olhos, como se não quisesse ver as desgraças que imaginava que eu pudesse fazer-lhe. Andei com ele de um lado para o outro, primeiro para ir buscar um escadote, depois uma tenaz, depois mais um apoio para o escadote. Ele de vez em quando abria um olho, a espreitar. O gato estava que nem parvo a ver aquilo. Prendi o passarito na ponta da tenaz, sem apertar muito para não o magoar, subi pelo escadote e fiquei um bocado a pensar, a ver se descobria o ninho dele. Estavam seis ou sete ninhos por cima de mim. Escolhi um, à sorte, e meti lá o pequeno pardal, por um buraco muito apertado. Quando me afastei regressaram os pardais adultos, que estavam todos a ver a operação empoleirados no portão e nos muros. Há bocado fui ver se estava tudo bem e pareceu-me que sim. Devo ter acertado no ninho. Se morasse uns quilómetros mais longe da feira do livro, ou se fosse um escritor famoso e tivesse ficado a dar autógrafos até tarde, agora já não havia pardal. E teria um dos gatos todo contente da vida.
(a imagem é de há uns dias, de um dos pardais em cima de uma chaminé que fica em frente dos ninhos)

sábado, 7 de junho de 2008

Feira do livro

Amanhã, domingo, estarei na Feira do Livro de Lisboa para uma sessão de autógrafos. Será entre as 16 e as 18 horas, no stand da Ambar (número 78); livro de contos «O Amor por entre os Dedos» e romance «O que Entra nos Livros».

quinta-feira, 5 de junho de 2008

O reverso da medalha

Nos últimos anos passei algumas tardes na feira do livro, sentado ao sol, sentado à chuva, sentado a ver as pessoas a subirem e a descerem o parque, sentado a assinar livros e procurando evitar aquelas dedicatórias às três pancadas, como as que são referidas no final deste post («Para Joaquim Oliveira, António Lobo Antunes», «Cordialmente, José Saramago»). Ontem, durante umas horas (final da tarde, princípio da noite), foi o reverso da medalha; por razões profissionais, dei por mim a contemplar os pavilhões estranhamente minúsculos da feira desde a varanda do Eleven, com empregados que nunca mais acabavam, sempre de um lado para o outro, de bandejas a abarrotar. Não vi nenhum escritor conhecido (e desconfio que dos desconhecidos a mesma coisa) – já políticos, empresários e aproximados havia com fartura. À saída deram-me uma caixa que tinha dentro uma garrafa de vinho e ainda, imagine-se, um livro (sem autógrafo mas com cartão).
(foto: Eleven)

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Feira do livro

No próximo domingo, dia oito de Junho, estarei na Feira do Livro de Lisboa para uma sessão de autógrafos. Será entre as 16 e as 18 horas, no stand da Ambar (número 78) – livro de contos «O Amor por entre os Dedos» e romance «O que Entra nos Livros».

O texto mais bonito

As coisas que têm sido escritas sobre a Feira do Livro de Lisboa… Os textos são tantos que de certeza seria possível publicar vários livros se o material fosse reunido. O mais bonito que li é este, do Francisco.

domingo, 25 de maio de 2008

Tipo Estoril Open

Um comentário sobre a feira do livro (Lisboa) copiado do blog da revista «Ler».

De Bewogri a 25 de Maio de 2008 às 10:20
Não sei como funciona a APEL, o Diário de Notícias publicou uma notícia muito pouco elogiosa. É bom que se renove a Feira do Livro, que haja um café de jeito e mais do que uma ou duas esplanadas. Por outro lado, a Leya quer transformar a Feira do Livro num "evento social" e atrair as pessoas pelas razões erradas. O grupo responderia que não existem razões erradas, e onde há monopólio não há contingência. Será que nem a Feira do Livro consegue sobreviver ao folclore? Que daqui a uns anos vai haver uma "festa lendária" de encerramento? Vai ser como no Estoril Open, com a lotação garantida na tenda VIP mas nem sempre nas bancadas? Vamos ter a Caras e a Lux por lá a fotografar o Santana Lopes? Evitou-se tudo isto com o apoio da câmara. Se a Feira do Livro se transformar numa festa de "sponsors" então deve retirar-se o apoio da câmara. De qualquer maneira, eu vou lá para comprar livros (como um bom consumista), quem lá for para a festa, então que pague o consumo mínimo (a Leya agradece).

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Ideias com interesse (inclusive público)

Sobre a feira do livro (convém acrescentar que é a da triste cidade de Lisboa), duas ideias copiadas daqui e daqui.

Post de Pedro Vieira no blog «Irmão Lúcia»
O melhor da aquisição do grupo oficina do livro pela leya é que se abre todo um manancial de hipóteses para romances de fusão. parece que já estou a ver o lançamento de "que farei quando tudo arde? sei lá!" na feira do livro versão 2009, com tendas à cirque du soleil, néons e baldes de pipocas. até o falo do cutileiro vai esguichar de contentamento.

Comentário de Luís Graça no blog da revista «Ler»
LAG (Luís Afonso Graça) propõe uma campanha alternativa, sob o lema:VIVA UM MUNDO DE AVENTURAS!VÁ À FEIRA DO LIVRO DE LISBOA!
Cansado do casa-trabalho, trabalho-casa?
A aventura está à sua espera na 78ª Feira do Livro de Lisboa.
O Parque Eduardo VII tem tudo, para si e para a família.
Luta na lama (Rosália Vargas---Paes do Amaral); Descidas em rapel (Restaurante Eleven--Estátua do Sebastião Melo), com T-shirts oferecidos pelos actores de "Morangos com Açúcar" aos primeiros cem compradores de "O homem sem qualidades".
Descidas de skate (tandem) por entre os stands da Leya. Se conseguir capturar um balão colorido ou um autor de papelão em tamanho natural, ganha uma colecção de catálogos das 10 editoras com maior número de vendas.
Sábado, 24 de Maio --- Grande PIPOCADA.
Junta-te à festa e partilha do espírito rave. DJ's: José Saramago e António Lobo Antunes. Participação especial de Quim Barreiros, com a comunicação: "A concentração editorial e o futuro do livro na zona do Parque Eduardo VII".
Descobre os autores escondidos nas árvores do Parque Eduardo VII e ganha uma viagem à livraria Lello (Porto, mesmo ao lado da Torre dos Clérigos). Tens "francesinhas" à borla na Lello: Yourcenar, Duras, Simone de Beauvoir.
Domingo, 25 --- I Grande Corrida à portuguesa. 10 km (para romancistas de fôlego), 5 km (para contistas), mini-prova aberta a fumadores (presença garantida de Sócrates, Platão, Aristóteles, Zenão, Tales, Aristófanes e Antígona, representada por Luís Oliveira, que dará o passo de saída).
E MUITO, MUITO MAIS!
Faz um filme com 3 minutos e manda para o You Tube. Os cinco melhores filmes ganham um curso de alfabetização para adultos ou aulas de escrita caritativa com Luís Carmelo e Pedro Sena-Lino.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Os interesses públicos

Ainda não tinha escrito nada sobre a Feira do Livro de Lisboa, vulgarmente designada por «Feira do Livro» (como se fosse a única do país e quem sabe até do próprio mundo). E também não tencionava escrever, embora tenha vindo a acompanhar as peripécias, sobretudo aqui e aqui. Escrevo agora por causa de uma parte do comunicado de ontem da Câmara Municipal de Lisboa, esta… «Mostrando-se intransigente em relação aos pavilhões da Leya, que representa autores como Lobo Antunes, Lídia Jorge e Saramago, a APEL corre o risco de perder o subsídio camarário: a autarquia pode vir a invocar a perda de interesse público do evento, por via da possível ausência destes autores.» Quem sou eu para dizer que também tenho «interesse público»? Ou que posso ter nem que seja uma milésima do «interesse público» de Lídia Jorge, ou do «interesse público» de Lobo Antunes ou do «interesse público» de Saramago, os três nomes de que na câmara se lembraram? Mas claro que fiquei a pensar no que li. E lembrei-me das vezes em que fui à «Feira do Livro» para sessões de autógrafos; lembrei-me até de uma vez em que fui a um debate e que no programa me caracterizavam (a mim e a mais cinco ou seis) como «português», «europeu», «jovem», «escritor» e «para o futuro», mas sem referirem o «interesse público».
De qualquer maneira, nestas coisas de câmaras já me aconteceu pior no que diz respeito ao «interesse público». Foi há uns tempos, na minha terra (Monchique). A biblioteca municipal convidou-me para uma conversa com os leitores. Com data marcada e convites feitos (tinham-me até mandado um exemplar que por mais que me pedissem não devolvi), recebi uma chamada telefónica com um pedido de desculpas a anular a sessão, a mando do vereador da cultura, que ao saber do convite tinha mandado suspender todas as actividades culturais no concelho durante uma semana (precisamente aquela em que calhava o dia da conversa na biblioteca).

sábado, 10 de maio de 2008

Metralhadoras e arame farpado

O genial Luís Graça, sobre a Feira do Livro de Lisboa; ver aqui.