Vou estar no stand da Quetzal, no domingo, 15 de Maio: sessão de autógrafos, 17H00-18H00; iniciativa «Livreiro por um dia», 18H00-19H00.
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segunda-feira, 2 de maio de 2011
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Feira do livro
Sessão de autógrafos na Feira do Livro de Lisboa, Sábado, dia 15 de Maio, entre as 16H30 e as 18H00; do romance «Uma Noite com o Fogo» e do novo livro, «O Sorriso Enigmático do Javali» (que chega às livrarias a 14) - stand da Quetzal.
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sexta-feira, 31 de julho de 2009
Autógrafos
Este Sábado, estarei em duas sessões de autógrafos do meu romance «Uma Noite com o Fogo», ambas no Algarve, em feiras do livro. Às 17H00 em Faro, no Fórum Algarve; às 21H30 em Portimão, na zona ribeirinha da cidade.
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Sessão de Autógrafos
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Feira do Livro de Lisboa
Sessão de autógrafos do romance «Uma Noite com o Fogo»: Sábado, 16 de Maio, pelas 15 horas (stand da Quetzal)..
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Feira do livro
No próximo domingo, dia oito de Junho, estarei na Feira do Livro de Lisboa para uma sessão de autógrafos. Será entre as 16 e as 18 horas, no stand da Ambar (número 78) – livro de contos «O Amor por entre os Dedos» e romance «O que Entra nos Livros».
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Feira do Livro de Lisboa,
Sessão de Autógrafos
sábado, 31 de maio de 2008
O melhor caçador do mundo
Ver aqui, texto de Francisco Duarte Mangas hoje no «Diário de Notícias»; coloco-o também a seguir.
Por um livro autografado vai de Bragança a Lisboa
Joaquim Oliveira. Professor de Química reformado, bibliófilo, sempre que um escritor da sua preferência aparece em sessão pública, mete-se no autocarro em Bragança, cidade onde reside, e vai ao encontro dele, seja no Porto, Braga ou em Lisboa, com um saco de cheio de livros para autografar. Nunca esteve nos Estados Unidos, mas daí, graças a um amigo, também lhe chegam obras literárias dedicadas
Persistente. Atento à movimentação dos homens e mulheres de letras. Por um livro autografado de escritor de que "goste muito" vai de Bragança ao Porto ou a Lisboa, de autocarro, outras vezes à boleia. Da sua biblioteca, entre primeiras edições do padre António Vieira e outros livros raros, orgulha-se da obra completa de Agustina - tem todos os livros com dedicatória. No último, a autora de Sibila, com toque de ironia, inverteu os papéis: "Para Joaquim Oliveira, lembrança da sua admiradora", escreveu.Professor de Química, reformado, Joaquim Oliveira cultiva a paixão dos livros com a marca pessoal do autor. Livros em vários idiomas. Nunca foi aos Estados Unidos, mas, amiúde, recebe em casa, na cidade de Bragança, primeiras edições de escritores de língua inglesa e respectiva dedicatória. É um generoso americano que trata do assunto: vai aos lançamentos literários e pede a dedicatória em nome do amigo português.Em território nacional é Joaquim Oliveira, sem ajuda de terceiros, a perseguir a "presa". Ele própria afirma que "a época" (palavra que os caçadores usam) começa em Fevereiro, no Correntes d'Escritas, Póvoa de Varzim. Passa por Matosinhos, pelo encontro de literatura de viagem, e feiras do livro de Braga, Porto e Lisboa. O antigo docente de Química não esquece os leilões de bibliotecas particulares nem as visitas a alfarrabistas portuenses e da capital.O nome do bibliófilo de Bragança já apareceu nas páginas do jornal ABC. J. J. Armas Marcelo, escritor espanhol, veio ao Correntes d'Escritas e terá ficado impressionado com a quantidade de livros que um leitor luso lhe dera para assinar. Escreveu, então, uma crónica a contar o episódio vivido com Joaquim Oliveira na Póvoa de Varzim. Mas, pelos visto, cobriu-se se brios e exagerou: "Ele diz que apareci com os livros todos para assinar, é mentira: só levei seis ou sete e ele escreveu mais de 15."Lê muito. Admira a escrita de Raul Brandão e tem quase tudo de Cecília Meireles. Detesta a pobreza de certas dedicatórias de : "Para Joaquim Oliveira, António Lobo Antunes"; ou "cordialmente, José Saramago".
sexta-feira, 20 de julho de 2007
Sessão de autógrafos – Vilamoura
Este Sábado, 21 (entre as 21h30 e as 24h00), sessão de autógrafos na Feira do Livro de Vilamoura, no Algarve. Espero não dar de caras com nenhum cartaz daquele idiota do «Allgarve». Os livros são o conjunto de contos de «O Amor por entre os Dedos» e o romance «O que Entra nos Livros».
Dois excertos algarvios, ou quase…
«Foi aí que a notícia correu mesmo o mundo. A pequena cidade de Portimão, pequena e pacata, porque o Verão e os turistas já tinham abalado, estava coberta por uma nuvem negra de pássaros.» (de «O Amor por entre os Dedos»)
«Já era o Alentejo próximo da serra algarvia, com uns montes de vez em quando, antes dos montes mesmo a sério da Serra de Monchique; aqueles montes que a par com os da Serra do Caldeirão pareciam querer proteger o Algarve de alguma doença que a planície lhe pudesse pegar.» (de «O que Entra nos Livros»)
Dois excertos algarvios, ou quase…
«Foi aí que a notícia correu mesmo o mundo. A pequena cidade de Portimão, pequena e pacata, porque o Verão e os turistas já tinham abalado, estava coberta por uma nuvem negra de pássaros.» (de «O Amor por entre os Dedos»)
«Já era o Alentejo próximo da serra algarvia, com uns montes de vez em quando, antes dos montes mesmo a sério da Serra de Monchique; aqueles montes que a par com os da Serra do Caldeirão pareciam querer proteger o Algarve de alguma doença que a planície lhe pudesse pegar.» (de «O que Entra nos Livros»)
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