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terça-feira, 29 de setembro de 2009

A confirmação

O jogo no Porto – Porto 1, Sporting 0 – foi a confirmação de que estamos mesmo a bater no fundo. Vi-o num ambiente de alguma agitação, com as imagens ao longe e o som quase inaudível. Mas deu para perceber. E para ir pensando. Temos dirigentes que são uma vergonha (pela sua incompetência atroz), um plantel mal feito (por essa mesma incompetência) e nesse plantel, é inevitável particularizar, um elemento que desde que chegou ao clube não se tem poupado a demonstrar que está a anos-luz de ser um jogador de futebol: refiro-me obviamente a Polga, um autêntico cataclismo de chuteiras (para usar o termo do outro lado do Atlântico) – na imagem, a ser batido pelo avançado do Porto, no golo (depois de ter arranjado a falta para o livre).
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Foto: «A Bola»
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terça-feira, 3 de março de 2009

Já me esquecia...

Já me esquecia. O Sporting no Estádio do Dragão para o campeonato (Porto 0 – Sporting 0). Depois de frente ao Bayern ter aparecido o Sporting de Soares Franco (que agora já é arguido em processos de burla e tudo) e daquele senhor da empresa que certificou as contas do BPN e que considera que levar cinco a dois em casa do Barcelona é «razoável», bem, depois dessa tragédia lá apareceu no Dragão um Sporting mesmo Sporting. Pena o azar de Liedson na finalização (especialmente na cabeçada ao poste). Ficou-me na memória de um jogo muito quezilento uma agressão animalesca de Lucho González a Derlei. De qualquer forma, mesmo com um Sporting mesmo Sporting, continuamos claramente num fim de ciclo, cheio de gente para esquecer, gente que tem marcado o clube (a sade?) pela incompetência, pela insignificância, pelo desleixo e até nalguns casos pela estupidez.
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segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Suspeita

Ainda o Porto Sporting de ontem à noite... Realmente, vendo as coisas agora com mais calma, já sem as influências que a fraca exibição do Sporting e a passividade de Paulo Bento tiveram em mim ontem à noite, a verdade é que a arbitragem fez mesmo o resultado. Pedro Proença é um árbitro com boa imagem no sujo futebol português, pelo menos assim me parece, mas às vezes prefiro a arbitrarem os de má imagem do que tipos como este. A arbitragem que fez é muito suspeita. Obviamente que sobre ele terá de recair ou um castigo ou uma investigação. Arbitrou assim por razões estranhas ao futebol jogado segundo rigorosos padrões de ética? É incompetente para esta actividade? Um caso para Vítor Pereira decidir ou para algum inspector da Polícia Judiciária averiguar?
Ver aqui o que aconteceu.
Mesmo assim, continuo a achar que o guarda-redes errou ao ter agarrado a bola. Não devia ter confiado.
Pedro Proença fica na minha memória, pelo que fez ontem à noite, pelo menos como um árbitro medíocre (se o que aconteceu foi outra coisa, não sei). Posso equipará-lo sem dificuldade a um de outro de má memória para o Sporting, Isidoro Rodrigues.

De qualquer forma…

De qualquer forma, há quem diga que o árbitro prejudicou o Sporting (ver aqui). Se tivesse expulsado Quaresma e se não tivesse marcado o livre dentro da pequena área… Mas o Sporting ontem à noite não me agradou mesmo nada.

Muito mau

Tudo muito estranho esta noite no estádio do Porto. Ou melhor, estranho nem no estádio, mas na minha televisão. No Porto 1, Sporting 0, a sensação que tive – do que ia vendo – era de que o Sporting não conseguiria ganhar. Tudo muito confuso, e o Porto até com alguma surpreendente capacidade para colocar problemas. Poderíamos até perder, pensava eu (coisa que não me lembro de ter pensado nos últimos jogos com o Porto). E perdemos, com um golo consentido de forma estúpida, a fazer lembrar as piores tropelias de Ricardo. Ficou-me ainda na memória uma perdida incrível do Porto aos vinte minutos, depois de uma entrada à maluca de Polga (mais uma, e neste jogo uma de muitas) a cortar apenas o ar; e também uma colocação difícil de perceber do guarda-redes, no livre que Quaresma atirou à barra. Pedia-se a Paulo Bento para fazer com que a equipa mudasse de postura. Não conseguiu e foi uma pena. E depois, o golo de Nani em Manchester ao fim da tarde, a juntar aos problemas colocados a noite toda pelo Quaresma… Deixa sempre um sportinguista a pensar que poderia ser possível aproveitar melhor, e durante mais tempo, aquilo que fomos capazes de construir.