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quarta-feira, 28 de maio de 2008

As músicas da selecção

No Euro 2004, Scolari convocou Roberto Leal. No Mundial da Alemanha, Pauleta recomendou Quim Barreiros («A Garagem da Vizinha»). Agora, no novo Euro, Roberto Leal apareceu mesmo sem ser convocado. E uns dias depois, convocada ou não, apareceu uma cantora um bocadinho para o pesado na Feira de São Mateus, bem perto da selecção, a cantar por Portugal. Tantas músicas (e tão, digamos assim, peculiares), até onde levarão o onze de Scolari?

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Pauleta volta a falhar

A imagem que tenho de Pauleta, sobretudo na selecção nacional de futebol, é a de falhanços, ou às vezes nem isso; às vezes o que acontecia é que Pauleta passava os jogos praticamente sem se mexer e a equipa parecia que jogava com dez. Mesmo assim, ele conseguiu tornar-se o jogador com mais golos marcados pela equipa portuguesa, muito à custa de selecções fraquíssimas e, lá de quando em quando, de uma ou outra distracção das defesas de selecções mais fortes (Brasil, Inglaterra e Holanda, por exemplo).
Mas se Pauleta nunca me surpreendeu com as más exibições na selecção (veja-se o Europeu de 2004 e o Mundial de 2006), uma vez devo confessar que me deixou espantado… Durante a preparação do Mundial 2006, uma rádio fez um trabalho com todos os jogadores seleccionados, pedindo que revelassem a canção da sua vida. Quando chegou a vez de Pauleta, imagine-se o que saiu? Nem mais nem menos do que uma coisa do Quim Barreiros chamada «A Garagem da Vizinha». Eu não conhecia a canção, mas a rádio meteu-a a tocar. No Youtube é capaz de dar para ouvir… Lembro-me de que na altura pensei: «mas é este tipo que na Alemanha vai jogar no ataque da selecção nacional, se calhar até como capitão?; isto não deve dar grande resultado!» Pauleta haveria de marcar um golo, logo no início do primeiro jogo, com Angola, o que foi um péssimo registo. Já a selecção, foi o que se sabe, fez uma competição fantástica. E com um jogador tipo Drogba no ataque, se houvesse por cá algum, certamente teria chegado ao título mundial.
Agora Pauleta surpreende-me de novo. Vai transportar a chama olímpica, alheio à barbárie chinesa no Tibete. Talvez seja o maior falhanço da sua carreira.