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quarta-feira, 28 de maio de 2008

As músicas da selecção

No Euro 2004, Scolari convocou Roberto Leal. No Mundial da Alemanha, Pauleta recomendou Quim Barreiros («A Garagem da Vizinha»). Agora, no novo Euro, Roberto Leal apareceu mesmo sem ser convocado. E uns dias depois, convocada ou não, apareceu uma cantora um bocadinho para o pesado na Feira de São Mateus, bem perto da selecção, a cantar por Portugal. Tantas músicas (e tão, digamos assim, peculiares), até onde levarão o onze de Scolari?

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Scolari

Antes de ontem à noite, no empate a zero com a Finlândia, a sensação que tive foi a de que Scolari continuava de fora. Como não liguei muito ao que os comentadores diziam, só me apercebi dele na conferência de imprensa, quando a abandonou assim sem mais nem menos; não atirou nenhum sopapo a algum dos suplentes, mas mesmo assim arranjou um número para compor o ramalhete do jogo. Eu ainda acho que o homem é capaz de ser o melhor para fazer de seleccionador; vê-se que não está à vontade com as tácticas e essas coisas do jogo, mas o que é certo é que mais uma vez garantiu uma qualificação (não ganhou um jogo que fosse contra a Polónia, a Sérvia e a Finlândia, mas garantiu a qualificação, e daqui a uns meses já ninguém se lembrará de como foi penosa). Antes dele não era bem assim. E aquela coisa dos sopapos, do mau feitio e agora das fugas de cabeça perdida, mesmo com um assessor a tentar segurá-lo pelo braço… Ainda há uns anos tivemos um seleccionador que disse qualquer coisa do género «isto só vai se se matar aí uns dois ou três» – já não me lembro bem dos termos, não sei se a expressão correcta foi «limpar o sebo», e se era com «uma G3», ou algo assim. Na altura o desabafo foi feito em off, mas o país todo acabou por ouvir.

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Hoje, no Cazaquistão

Hoje, na terra deste senhor, como será? Acho que Portugal pode ganhar, até porque este excesso de confiança (bandeira a dobrar e tudo) pode prejudicar o onze do Cazaquistão. Mais uma vez, espera-se que Scolari não agrida nenhum espectador.

sábado, 13 de outubro de 2007

Hoje, no Azerbaijão

Esperemos que hoje a selecção portuguesa vença no Azerbeijão e que o senhor Scolari não agrida nenhum espectador.

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

O jogador previdente

Scolari disse hoje que falou com Dragutinovic (acho que é assim que se escreve) e que já está tudo esclarecido entre os dois. A coisa aconteceu na presença de pessoas da UEFA. Scolari foi à Suíça, mas Dragutinovic não, preferiu entrar na conversa via telefone, a salvo da mão de Scolari. Chamem-lhe parvo…

Scolari, Scolari, Scolari

Scolari acha que «o seu nome e imagem foram um pouco reabilitados» com a redução do castigo pela UEFA. Lê-se aqui. Eu acho que não; o nome e a imagem da UEFA é que ficaram um pouco debilitados com a decisão de lhe reduzirem o castigo (que já tinha sido brando).
Scolari diz também que fez as pazes com o jogador sérvio a quem deu um soco. Acho óptimo, mas o jogador não deve ter pedido conselhos ao seleccionador sérvio, o espanhol Javier Clemente, que ainda ontem na rádio ouvi a dizer cobras e lagartos de Scolari (embora também dissesse que era capaz de lhe ir apertar a mão, embora não referisse se tencionava levar capacete ou não).
Scolari acha (aqui) que o adjunto tem tantas condições técnicas como ele para dirigir a selecção nos três jogos antes do seu regresso no fecho da fase de qualificação, com a Finlândia. Quem sou eu para dizer o contrário? Ainda por cima, Scolari diz que o adjunto (Flávio Murtosa, na foto em segundo plano) é «mais calmo e tranquilo». Eu acredito.

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Pura burrice

Scolari não quis levar Nani à Arménia. Mais do que pura teimosia, foi pura burrice. Já agora, nem se lhe pede que veja este vídeo (passa dos quatro minutos). Basta que veja este, bem mais curto, do golo que Nani marcou no domingo passado ao Tottenham. Na volta, ainda não viu.

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Pergunta discreta

Scolari estranhou a forma como os jogadores da selecção de futebol da Arménia corriam hoje no jogo que empataram contra Portugal. Não deveria ter também estranhado a forma como por vezes os portugueses não corriam?