Com o telemóvel a tremer, numa pista algures no Alentejo, esta noite. À mesma hora em que na televisão, presumo, havia quem discutisse os impostos, as falsas promessas, os sonsos, as mentiras, o 25 de Abril da economia, as idas para a rua, o desleixo, as facturas que afinal foram pagas, os espiões, as ligações brasileiras, os aventais, a Madeira, a insensibilidade, um olhar vesgo e impassível, as troikas, os bancos, as baldroikas, os cortes, os tachos e até, entre tantas outras coisas, como não poderia deixar de ser numa segunda-feira à noite, o futebol.
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terça-feira, 6 de setembro de 2011
À mesma hora
Com o telemóvel a tremer, numa pista algures no Alentejo, esta noite. À mesma hora em que na televisão, presumo, havia quem discutisse os impostos, as falsas promessas, os sonsos, as mentiras, o 25 de Abril da economia, as idas para a rua, o desleixo, as facturas que afinal foram pagas, os espiões, as ligações brasileiras, os aventais, a Madeira, a insensibilidade, um olhar vesgo e impassível, as troikas, os bancos, as baldroikas, os cortes, os tachos e até, entre tantas outras coisas, como não poderia deixar de ser numa segunda-feira à noite, o futebol.
quarta-feira, 2 de abril de 2008
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
Muito tarde
Tarde, muito tarde, quase vencido pelo sono, continuo a escrever. O livro avança. E eu, por uma estrada da serra, de noite... «Eu a pensar nas diferenças de tamanho sendo o mundo o mesmo, até que de repente a aldeia surge diante de mim, no fundo de um vale por onde corre uma ribeira nos meses em que a água é suficiente. A ribeira onde eu brincava quando ainda havia enguias, bordalos e algumas lontras. As chamas ajudam-me a distinguir as casas.»
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