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sexta-feira, 30 de maio de 2008

Olhem para o que ele escreve…

Antes de escrever coisas como estas, Pacheco Pereira devia pensar um bocadinho nas «campanhas» que faz, entre outros meios de comunicação social, na «Quadratura do Círculo», da SIC Notícias. Se fosse num programa televisivo de Nova Iorque (cidade da qual refere um jornal) poderia ir também «para a rua», como sugere que devia acontecer a um jornalista do «Diário de Notícias», que lhe responde aqui.
Mais uma coisa, que é obviamente subjectiva: imagino Pacheco Pereira a escrever o post, furibundo, a destilar ódio o mais depressa que podia, isto porque usou a expressão «ia para a rua» (se tivesse usado «seria despedido», por exemplo, já o imaginaria a escrever com mais calma, ou «com tranquilidade» – como até há uns tempos dizia o Paulo Bento).
Olhem para o que ele escreve, logo ele, que dá a ideia de esperar que ninguém olhe para o que ele faz...

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Pacheco inova

Uma inovação de Pacheco Pereira com o símbolo do PSD. Depois de o ter invertido, agora deu-lhe para multiplicá-lo; aqui.

domingo, 16 de dezembro de 2007

Porto sem sentido

Desta ver vale a pena ler Pacheco Pereira. Também ele leu o livro de Carolina Salgado, quem sabe se comprado agora nalgum «alfarroubista». Eu li já há não sei quantos meses e pouca coisa me surpreendeu na altura.

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

O terrível Pacheco Pereira

Depois de ter colocado no seu blog a bandeira do PSD de cabeça para baixo, Pacheco Pereira parece que anda agora a fazer o mesmo com a bandeira da União Europeia. Espreitem aqui.

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

O ornitorrinco guerreiro

Pacheco Pereira, no mesmo programa da «SIC Notícias» (ver post anterior), disse também a propósito do livro e do PSD (o subtítulo do livro é «Textos sobre o PSD») que o seu partido é «um partido de ornitorrincos», que ele próprio é «um ornitorrinco». A fazer fé nisto, talvez esteja aqui o verdadeiro retrato do menino guerreiro.

O ornitorrinco do paradoxo

Pacheco Pereira aproveitou uns cinco ou dez minutos do programa em que às quartas à noite participa na «SIC Notícias» para publicitar o seu livro que está aí a rebentar – «O Paradoxo do Ornitorrinco», segundo ele um contributo para o congresso do PSD, onde não tenciona estar presente (porque não é «maluco», ou «doido», agora já nem me lembro bem a palavra que usou). O livro é da Alêtheia, de Zita Seabra.
Nota: na foto, o ornitorrinco está de cabeça para cima, obviamente, embora vá a nadar para baixo.

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Não concordo

Eu não posso concordar de forma nenhuma com isto que Pacheco Pereira escreveu no «Abrupto». Não é a parte em que se refere a Marques Mendes (nem retive bem o que escreveu), mas a parte sobre Dalila Rodrigues. Ela fez muito bem em reagir contra a incompetência, o desleixo e a aversão ao trabalho manifestada pelos seus superiores. O que Pacheco Pereira parece defender com a história do «dever de lealdade e isenção» é uma administração pública incapaz e soterrada na politiquice desde os lugares de topo na volta quase até ao porteiro de cada serviço.

terça-feira, 24 de julho de 2007

Alarve season (perdão, silly season)

Copiei esta foto do blog de Pacheco Pereira (foi colocada no dia 23). A legenda é «Allgarve, hoje». Por baixo está outra foto, de uma vaca (a legenda é «Uma vaca, hoje»). Pelos vistos, o insulto de Manuel Pinho – e do seu grupo de especialistas (?) em promoção turística – à minha terra está mesmo a pegar. Nem que seja para anedotas.