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quinta-feira, 31 de julho de 2008

Ainda o Benfica no meio da investigação

(…)
– Achas possível esquecer? O passado não se deve esquecer, mas aprender com ele…
– Ó companheiro… o nosso Benfica também tem passado e hoje é o que é.
– Lá está! Não aprenderam com ele…
– Esqueceram-se e foi depressa…

(…)
Excerto do livro de Gonçalo Amaral sobre o caso Madeleine McCann (pág 212)
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segunda-feira, 28 de julho de 2008

O Benfica no meio da investigação

(…)
– De modernidade ou de interesses… isto é tudo uma merda!
– Por falar nisso… já viste a forma como joga o nosso Benfica… não estão a jogar nada.
– Nada é pouco… parecem é não saber jogar futebol. Tens visto o Gaivota?
(…)
Excerto do livro de Gonçalo Amaral sobre o caso Madeleine McCann (pág. 24)
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sexta-feira, 25 de julho de 2008

Os limites da decência

Comprei o livro de Gonçalo Amaral sobre o caso Madeleine McCann. Ia a passar numa Fnac de Lisboa e vi uma pilha de exemplares, umas dezenas deles, e isso despertou-me a atenção. A pilha, curiosamente, estava a poucos metros de uma zona onde Valter Hugo Mãe ia fazendo uma apresentação do seu novo romance.
Já comecei a ler o livro do antigo polícia, e com algum interesse, provavelmente por o caso ter acontecido na minha terra. Não sei bem o que pensar sobre as opiniões com que me vou confrontando a cada página, ainda por cima à mistura com o que oiço na rádio e na televisão, e com o que leio nos jornais e na Internet; uma enxurrada de informação desencadeada pelo aparecimento do livro. Uma coisa, no entanto, já deu para perceber da leitura das primeiras páginas: a língua portuguesa sai dali muito maltratada. Pode-se até fechar os olhos às limitações de Gonçalo Amaral, mas não se compreende como é que a editora não teve o cuidado de mandar alguém fazer uma revisão de jeito ao texto, já nem digo com preocupações literárias, mas pelo menos para que ficasse dentro dos limites da decência.
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