Ainda sobre Patinha Antão, e este post é mais sobre ele do que sobre o debate, a sua maneira de estar de ontem à noite lembrou-me uma visita de Durão Barroso a Monchique, em 2001, em que ele o acompanhava mais uma personagem sinistra da política algarvia que viria a chegar, vá-se lá saber como, a secretário de Estado. Já quando no microfone anunciavam Durão Barroso no sítio onde haveria de falar, a verdade é que o homem não aparecia. Explicaram-me depois a razão… Quando ele (Durão) ia a sair do carro uma abelha tentou picá-lo, e ele vai daí nem pensou duas vezes, voltou a sentar-se no banco e fechou a porta o mais depressa que pôde. Patinha, que seguia no mesmo carro, saiu de cabeça bem levantada (na volta pronto a falar ele próprio, se fosse preciso). A abelha ainda estava por perto. Depois fugiu e Durão lá apareceu.
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quinta-feira, 29 de maio de 2008
A abelha
Ainda sobre Patinha Antão, e este post é mais sobre ele do que sobre o debate, a sua maneira de estar de ontem à noite lembrou-me uma visita de Durão Barroso a Monchique, em 2001, em que ele o acompanhava mais uma personagem sinistra da política algarvia que viria a chegar, vá-se lá saber como, a secretário de Estado. Já quando no microfone anunciavam Durão Barroso no sítio onde haveria de falar, a verdade é que o homem não aparecia. Explicaram-me depois a razão… Quando ele (Durão) ia a sair do carro uma abelha tentou picá-lo, e ele vai daí nem pensou duas vezes, voltou a sentar-se no banco e fechou a porta o mais depressa que pôde. Patinha, que seguia no mesmo carro, saiu de cabeça bem levantada (na volta pronto a falar ele próprio, se fosse preciso). A abelha ainda estava por perto. Depois fugiu e Durão lá apareceu.
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quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
Sócrates e Barroso, uma semelhança
Os debates parlamentares têm mostrado uma semelhança entre José Sócrates e Durão Barroso no cargo de primeiro-ministro. Não falo daquilo de não cumprir promessas (como por exemplo Sócrates tem sido acusado, chegando mesmo um deputado comunista a dizer que se ele fosse rei e tivesse um cognome seria «José Sócrates, o quebra-promessas»; Sócrates que há uns anos escreveu um longo artigo num jornal, sobre Durão Barroso, e escolheu para título, imagine-se, «O apagador de promessas»). Mas não é de promessas, ou antes, de faltar ao prometido, que vem a semelhança. É de outra coisa, da relação com os deputados do Partido «Os Verdes», eleitos nas listas do Partido Comunista. Durão Barroso desconsiderava-os completamente, lembrando em cada intervenção de resposta a algum deles que a sua (deles) presença no parlamento era algo muito duvidoso, pela forma como a eleição teria sido conseguida. Sócrates, agora, também desconsidera os deputados verdes, mas de outra maneira; enquanto em intervenções de resposta a deputados de outros partidos começa com «senhor presidente, senhores deputados, senhor deputado fulano», quando se trata de um deputado verde limita-se a «senhor presidente, senhores deputados», e depois faz a intervenção (ignorando a interpelação anterior). Na volta é uma coincidência. Mas Barroso, se assistir na televisão, talvez acabe por também dizer «porreiro, pá» de cada vez que Sócrates ignorar um verde.
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quinta-feira, 30 de agosto de 2007
Ou seja...
Ou seja, se fosse no Brasil Durão Barroso não ia ter a vida fácil nos próximos tempos. Mas cá pelas europas deve-se desenrascar sem grandes problemas.
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quarta-feira, 27 de junho de 2007
Santana apresenta
Pedro Santana Lopes esteve fantástico a fazer a apresentação do livro de Joel Neto de que falo ali abaixo. Tenho de confessar aqui que durante a sessão (ontem ao fim da tarde) pensei numa coisa; uma interrogação… Como seria a apresentação do livro feita por José Sócrates, Durão Barroso, António Guterres ou até Cavaco Silva? – sim, pode-se recuar até aos tempos de Cavaco primeiro-ministro.
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