Mostrar mensagens com a etiqueta Durão Barroso. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Durão Barroso. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 29 de maio de 2008

A abelha

O Pedro tem razão nesta análise sobre o debate de ontem por causa das eleições no PSD, nomeadamente na vitória de Patinha Antão, que no fim não deve interessar para nada. Mas não deixa de ser uma vitória. Nos bocados em que estive de olhos abertos notei os brilharetes de Patinha Antão (com quem não simpatizo por aí além), as figuras tristes de Manuela Ferreira Leite (com quem duvido que haja mais do que vinte e cinco pessoas que simpatizem), também alguns brilharetes de Pedro Santana Lopes (com quem simpatizo, mas daí a votar…) e um estranho apagamento do outro Pedro (em quem de início até apostava).
Ainda sobre Patinha Antão, e este post é mais sobre ele do que sobre o debate, a sua maneira de estar de ontem à noite lembrou-me uma visita de Durão Barroso a Monchique, em 2001, em que ele o acompanhava mais uma personagem sinistra da política algarvia que viria a chegar, vá-se lá saber como, a secretário de Estado. Já quando no microfone anunciavam Durão Barroso no sítio onde haveria de falar, a verdade é que o homem não aparecia. Explicaram-me depois a razão… Quando ele (Durão) ia a sair do carro uma abelha tentou picá-lo, e ele vai daí nem pensou duas vezes, voltou a sentar-se no banco e fechou a porta o mais depressa que pôde. Patinha, que seguia no mesmo carro, saiu de cabeça bem levantada (na volta pronto a falar ele próprio, se fosse preciso). A abelha ainda estava por perto. Depois fugiu e Durão lá apareceu.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Sócrates e Barroso, uma semelhança

Os debates parlamentares têm mostrado uma semelhança entre José Sócrates e Durão Barroso no cargo de primeiro-ministro. Não falo daquilo de não cumprir promessas (como por exemplo Sócrates tem sido acusado, chegando mesmo um deputado comunista a dizer que se ele fosse rei e tivesse um cognome seria «José Sócrates, o quebra-promessas»; Sócrates que há uns anos escreveu um longo artigo num jornal, sobre Durão Barroso, e escolheu para título, imagine-se, «O apagador de promessas»). Mas não é de promessas, ou antes, de faltar ao prometido, que vem a semelhança. É de outra coisa, da relação com os deputados do Partido «Os Verdes», eleitos nas listas do Partido Comunista. Durão Barroso desconsiderava-os completamente, lembrando em cada intervenção de resposta a algum deles que a sua (deles) presença no parlamento era algo muito duvidoso, pela forma como a eleição teria sido conseguida. Sócrates, agora, também desconsidera os deputados verdes, mas de outra maneira; enquanto em intervenções de resposta a deputados de outros partidos começa com «senhor presidente, senhores deputados, senhor deputado fulano», quando se trata de um deputado verde limita-se a «senhor presidente, senhores deputados», e depois faz a intervenção (ignorando a interpelação anterior). Na volta é uma coincidência. Mas Barroso, se assistir na televisão, talvez acabe por também dizer «porreiro, pá» de cada vez que Sócrates ignorar um verde.

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Ou seja...

Ou seja, se fosse no Brasil Durão Barroso não ia ter a vida fácil nos próximos tempos. Mas cá pelas europas deve-se desenrascar sem grandes problemas.

quarta-feira, 27 de junho de 2007

Santana apresenta

Pedro Santana Lopes esteve fantástico a fazer a apresentação do livro de Joel Neto de que falo ali abaixo. Tenho de confessar aqui que durante a sessão (ontem ao fim da tarde) pensei numa coisa; uma interrogação… Como seria a apresentação do livro feita por José Sócrates, Durão Barroso, António Guterres ou até Cavaco Silva? – sim, pode-se recuar até aos tempos de Cavaco primeiro-ministro.