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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Ontem


Ontem ao fim da tarde. O dinossauro mais feroz do bolo.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Jurassic house

A trabalhar na mesa grande da cozinha, onde os meus filhos há pouco estiveram a brincar. Uns combates de dinossauros em que um gormiti e um cavalinho da Kitty, não cheguei a perceber como, também conseguiram entrar (e no fim sair, o que ainda me pareceu mais estranho). Agora, enquanto edito alguns dos textos de uma das revistas («… a questão que começava a tornar-se inquietante, para os puristas das teorias mais elitistas sobre a inteligência…» ou «… o delírio da dominação do financeiro sobre a economia real acabou por mostrar a que ponto é ilusória a pretendida auto-regulação dos mercados…»), vejo um saltassauro (herbívoro) a passar por um terrível suchomimus (que nos últimos tempos me habituei a tratar por sucomekis). Se olhar para o outro lado, vejo muitos mais, umas dezenas, sendo que à frente estão um rex, um parassaurolofo e um dimetrodon, além do cavalinho da Kitty, que é todo de se mostrar. Tenho de procurar um pouco para encontrar um dinossauro que sempre foi o meu preferido, o estegossauro. Mas ele está por aqui (ou antes, eles estão por aqui, pois há pelo menos uns três). Lembro-me de que quando tinha dez ou onze anos fiz um em madeira, na velha cadeira de trabalhos oficinais, e isso deu no terceiro período para subir a nota para cinco. Eu já gostava desse dinossauro, que tinha conhecido, como alguns outros, nos autocolantes dos Kalkitos, mas depois do trabalho do colégio de Monchique ainda fiquei a gostar mais. Foi o único dinossauro que tive, pintado em tons erverdeados e com os espigões bem salientes nas costas. Mesmo com os Kalkitos, não fazia a mínima ideia do que era um suchomimus, um saurophaganax ou um T-rex negro. Mas já conhecia o T-rex digamos assim normal, o anquilossauro e o iguanodonte, por exemplo. Agora, passados trinta anos, há de tudo um pouco cá por casa. Até um estranho aparelho chamado dinoportador em que se mete uns cartões com os respectivos dinossauros desenhados e depois… Bom, depois é o salve-se quem puder.

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Ainda mais um bocadinho da entrevista com um Dinossauro

E as populações das montanhas, soutor Dinossauro?
O que é que se passa com as populações?
(estava com um ar estranho; resolvi impor-me, ser acutilante, como o editor me tinha recomendado duas horas antes, e insisti)
As populações, o que é que ganham com os projectos?
Ah, sim...
(deu-me sinal para lhe passar mais uma garrafinha)
As populações, obviamente, ganham o futuro, ou seja, vamos lá ver... As populações ganham uma ideia de futuro, ou até várias ideias ao mesmo tempo, que os projectos são muitos. As populações, e não se esqueça de uma coisa, é que eu tenho sido sempre eleito com maiorias esmagadoras...
(fez um gesto de esmagar e continuou)
É isto, e é assim que eu ainda hei-de fazer a uns certos tipos que bem conheço.

Ver o primeiro post aqui.

sábado, 18 de agosto de 2007

Mais um bocadinho da entrevista com um Dinossauro

Pode falar-me dos seus projectos para as montanhas, soutor Dinossauro? Enfim, para a sede do concelho, para as aldeias e também para os campos...
Bom, o amigo...
(aqui piscou-me o olho, ao tratar-me por amigo)
... o amigo sabe que eu sou um homem de projectos, sabe que disso nunca me desviei. Eu acredito nos projectos e, como tal, acho que as coisas devem ficar sempre por projectos. E acho que toda a gente ganha com isso, a começar logo pelos meus amigos projectistas lá de baixo, e a acabar em mim, que – volto a referir – não sou nada parvo.

Ver o primeiro post aqui.

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Uma entrevista com um dinossauro

Um conhecido meu, jornalista free-lancer (acho que se escreve assim), fez-me chegar uma entrevista que fez com um dinossauro (aliás, além de ser um dinossauro, também tem esse apelido). Ainda não sei se publique aqui a entrevista na íntegra ou se deixe apenas umas passagens. Logo se vê. Para já, algumas passagens…

Começo por uma questão bem simples, soutor Dinossauro...
Ó homem, se é para questões simples, veio ter com a pessoa certa.
Bom, a questão tem a ver com esta caixinha.
O que é que traz aí?
Jameson, vinte e cinco...
Vinte e cinco garrafas?
Não, trago só doze. Eu ia dizer vinte e cinco anos.
Ah!... Assim a entrevista não pode ser muito demorada. Enfim, digamos que com doze garrafas posso aguentar uma hora de conversa consigo.
(…)
E depois onde é que almoça?
Já venho almoçado do restaurante. Despacho lá das onze à uma, depois almoço lá...
(…)
Já foi ministro, soutor Dinossauro?
Sim, em várias ocasiões, mas fiquei sempre pouco tempo, às vezes umas horas... Só que por cá não convém que se saiba, porque esta gente adora-me e depois pode entrar em
stress, pensando que a qualquer altura me vou embora, outra vez para ministro, e que pode ser para ficar tipo um ano. As pessoas gostam muito de mim cá nas montanhas. Não dizem, mas gostam.