Um conhecido meu, jornalista free-lancer (acho que se escreve assim), fez-me chegar uma entrevista que fez com um dinossauro (aliás, além de ser um dinossauro, também tem esse apelido). Ainda não sei se publique aqui a entrevista na íntegra ou se deixe apenas umas passagens. Logo se vê. Para já, algumas passagens…Começo por uma questão bem simples, soutor Dinossauro...
Ó homem, se é para questões simples, veio ter com a pessoa certa.
Bom, a questão tem a ver com esta caixinha.
O que é que traz aí?
Jameson, vinte e cinco...
Vinte e cinco garrafas?
Não, trago só doze. Eu ia dizer vinte e cinco anos.
Ah!... Assim a entrevista não pode ser muito demorada. Enfim, digamos que com doze garrafas posso aguentar uma hora de conversa consigo.
(…)
E depois onde é que almoça?
Já venho almoçado do restaurante. Despacho lá das onze à uma, depois almoço lá...
(…)
Já foi ministro, soutor Dinossauro?
Sim, em várias ocasiões, mas fiquei sempre pouco tempo, às vezes umas horas... Só que por cá não convém que se saiba, porque esta gente adora-me e depois pode entrar em stress, pensando que a qualquer altura me vou embora, outra vez para ministro, e que pode ser para ficar tipo um ano. As pessoas gostam muito de mim cá nas montanhas. Não dizem, mas gostam.