sexta-feira, 30 de abril de 2010

Revista «human» de Maio

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Nas bancas a partir desta sexta-feira. É o número 17, de Maio de 2010. Mais informações sobre a edição aqui. Deixo a seguir o meu editorial…
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Uma edição especial
Esta é uma edição especial, dedicada em grande parte aos prémios «Melhores Empresas para Trabalhar em Portugal 2010», iniciativa promovida pelo Great Place to Work Institute, que é representado no nosso país pela Sperantia, entidade fundada por Sandrine Lage. O Great Place to Work Institute declara na sua missão o propósito de «dedicar-se a construir uma sociedade melhor, ao contribuir para a melhoria do ambiente de trabalho das organizações». E a verdade é que avalia organizações em mais de 40 países, há mais de 25 anos, o que torna a sua iniciativa no maior estudo de ambientes de trabalho a nível mundial.
Daí o orgulho da revista «human» por assumir neste ano de 2010 a qualidade de ‘media partner’ de uma iniciativa tão meritória quanto reconhecida. Trata-se de uma parceria que agora ganha maior expressão pública com um ‘dossier’ especial que resulta de um trabalho jornalístico exaustivo sobre as empresas distinguidas como as melhores pelo Great Place to Work Institute. E os exemplos que ressaltam desse trabalho são bem encorajadores, quando ao mesmo tempo se assiste a exemplos completamente opostos, de empresas que tratam as suas pessoas de formas absolutamente lamentáveis.
A «human» deste mês de Maio tem assim muito poucas das suas secções habituais, e não tem nenhum dos cronistas que desde o início contribuem para o projecto. Mas o formato habitual vai regressar já em Junho. Pelo mérito dos prémios «Melhores Empresas para Trabalhar em Portugal 2010», pelas boas práticas que através deles são dadas a conhecer, valeu a pena, sem dúvida, esta interrupção.

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NOTA: A «human» de Maio é uma edição amiga do ambiente. Como resultado de uma parceria entre o Great Place to Work Institute e a CarbonoZero, foi efectuada a quantificação e a compensação das emissões de gases com efeito de estufa associadas à produção e à impressão da edição. A monitorização registou um total de 4,1 toneladas de CO2e. A compensação das emissões de carbono será efectuada através do co-financiamento aos projectos que integram o My Bank CarbonoZero, como o projecto florestal da Tapada Militar de Mafra (Portugal) e o projecto tecnológico da Nobrecel (Brasil).
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1 comentário:

Ana disse...

Apraz-me saber que passaram à prática nos negócios, a preocupação com o ambiente. Parabéns!