sexta-feira, 18 de julho de 2008

O fecho

Dia de fecho de mais uma edição da revista. Ontem. Saí de casa por volta das dez da manhã. A coisa prolongou-se pela noite fora (ou dentro, nem sei). Cheguei há pouco, em cima das oito da manhã, depois de ver o sol nascer por alturas de Pegões e de ter tomado o pequeno-almoço numa das bombas de Montemor, onde dei com um camionista e um automobilista com ar de pouca prática na estrada quase a andarem à pancada. Aqui pelo monte o Lito ainda dormia, mesmo com os cães todos a ladrarem.
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3 comentários:

Anónimo disse...

Tão lindos sempre os seus animais.

Luís Graça disse...

Finalmente, desvendo o mistério. Influenciado pelo filme do mestre Hitchcock (Psico), António Manuel Venda tem um gato (Lito) a substituir a Mãe, que como toda a gente sabe estava morta.

É absolutamente impossível que Lito esteja vivo. Ninguém dorme tanto.

Parabéns ao embalsamador, fez um belo trabalho. O gato tem bom aspecto.

Anónimo disse...

Não imagina o quanto dormem os gatinhos. E, neste caso, significa muita paz, uma vez que eles têm inteira liberdade. Não são apenas gatinhos de casa - e que por força das circunstâncias acabam por dormir muito mais. Só os seres livres podem ter tanta paz.