sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Setenta e cinco

Setenta e cinco números depois do Verão de 2002, termina por estes dias o meu trabalho na «Pessoal». Coloquei aqui o meu último editorial, como costumo fazer a cada mês. O projecto, obviamente, continua.
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2 comentários:

Luís Graça disse...

Gostei de colaborar na tua revista. Tanto na elaboração do artigo sobre o Estoril Open (coisa de mais responsabilidade, visto que se tratava de uma perspectiva diferente do acontecimento), como na escrita de contos.
O "Formiga Zé" é certamente um marco na minha produção de contista.

Deixo-te também os meus agradecimentos e espero que a tua vida profissional prossiga de vento em popa.

E fico aborrecido se a tua saída da "Pessoal" impedir os nossos encontros literários, com uma certa frequência. Na Casa Fernando Pessoa ou outros sítios.

Espero que continues a vir a Lisboa e que a gente não passe a ver-se apenas uma vez por ano, na Feira do Livro.

CLeone disse...

Ficamos à espera de mais novidades! Ou o futuro vai ser ineiramente dedicado à novelística? Abraço