segunda-feira, 26 de maio de 2008

No cinema

É uma história já com algumas décadas, que de alguma forma pode explicar o significado da expressão «Cu Judas». Ouvi-a vai para uns três anos. Duas amigas (uma delas é que me contou a história) conversavam durante uma sessão de cinema em Montemor. O tema era uma determinada pessoa, tendo uma das amigas dito que essa pessoa estava então a morar «lá para o Cu de Judas, para os lados de Santarém». Assim que isto foi dito, virou-se um senhor que estava na fila seguinte, mesmo à frente das duas, um conhecido médico da terra, o doutor Vicente (pai do escritor Alface), e disse: «Finalmente fiquei a saber onde fica o Cu de Judas. É para os lados de Santarém.» E continuou a ver o filme.

4 comentários:

António Souto disse...

Caro Manuel Venda
Buscava novas do meu caro amigo Agualusa e topei com este Blog, rico de lembranças, novas e vontades, que a palavra, quando bem domada, ajeita-se.
Também eu reuni na esplanada do Eduardo Sétimo, lá bem ao cimo, com aquele grupo iniciador do DN-Jovem, com o Zé Eduardo, com o Nuno Garcia Lopes, com o Armindo Silva, com a Celeste Craveiro, com a Teresa Leonor Vale... e tantos, tantos outros que depois chegaram, e partiram longe, muitos deles... E o Manel Dias aturando-nos, e nós à sua volta seleccinando textos de uns quantos mais novos recém-chegados...
Bons tempos, e Muito Boa memóra. Assim se fez (um)a nova Geração de hoje, de que fazes feliz e honrosamente parte.
Grande Abraço.
António Souto

Luís Graça disse...

Ó Souto, isto é que são horas de chegar a este blogue?
Já andamos por cá há que tempos. O Venda foi o primeiro a chegar.

amv disse...

António,

muito, muito boa memória.

Bem-vindo à floresta!

Abraço

António Souto disse...

Caramba, como, afinal, há clareiras na floresta!
E só não lembrei o Luís Graça porque o continuo a ter muito presente, embora bastante desencontrados andemos nós, sobretudo para quem dista escassos metros, que são esses poucos que separam os nossos poisos entre Campo Pequeno e Saldanha...
Quanto a chegar tarde, admito, mas é assim maior o sabor da descoberta! Tentarei, pelo menos, ser assíduo...
Grande abraço para ambos.
(Ó Luís, tens o meu e-mail, pá, dá notícias - ou apita!)