quinta-feira, 14 de maio de 2009

Feira do Livro de Lisboa

Sessão de autógrafos do romance «Uma Noite com o Fogo»: Sábado, 16 de Maio, pelas 15 horas (stand da Quetzal).
.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Horrível

Há pouco, na TVI24, deparei com António Figueiredo Lopes comentando o clima de violência em Setúbal. Foi de repente, assim sem mais nem menos. Horrível, para mim, esta recordação inesperada do ministro dos incêndios de 2003 e parte de 2004. Lembrou-me uma das figuras mais sinistras do meu romance «Uma Noite com o Fogo», uma das que pairando sobre um ribeiro, com as chamas em fundo, aguardam uma fotografia (capítulo 10).
.

domingo, 10 de maio de 2009

A oportunidade

Muito difícil a vitória deste Sábado – Sporting 2 (Liedson 2), Setúbal 1. Muito difícil e só possível pelo facto de termos um avançado genial. Mas foi difícil porque o Sporting arriscou (como faz há seis anos) em entrar em campo com um jogador sem qualidade, o inconcebível Anderson Polga, que voltou a fazer das suas ao oferecer ao Setúbal a possibilidade de empatar o jogo depois do primeiro golo de Liedson. De qualquer forma, com o campeonato praticamente perdido, o importante agora é pensar na oportunidade que as eleições do início de Junho proporcionarão: a de deixar de ter o clube nas mãos de dirigentes medíocres como os do grupo de Filipe Soares Franco, que tanto mal tem feito ao Sporting.
.

sábado, 9 de maio de 2009

Algumas cores do montado (3)

Por estes dias, aqui por perto. Outras cores aqui e aqui.
.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

A economia e a moral

Publiquei este texto na revista «human» deste mês. É do meu amigo Luís Bento. Não resisto a colocá-lo aqui.
.
Por favor, a economia antes da moral!
Sei que este título é atrevido e contraria muitas das teses correntes sobre o assunto. Eu próprio apregoo o contrário. Mas existem circunstâncias especiais em que, inevitavelmente, a economia vem antes da moral. São situações muito especiais, confesso, mas existem.
Recentemente, fui encarregue de propor conclusões num workshop internacional sobre trabalho infantil, realizado em Genève (Suíça), pela Fair Labor Association. Durante o dia, assisti, com muito espanto, confesso, a uma apresentação sobre o trabalho infantil na região de Sialkot, no Paquistão, onde são produzidas anualmente 35 milhões (35, sim, não é erro) de bolas de futebol das mais variadas marcas internacionais.
A quase totalidade dessas bolas de futebol é cozida à mão (stitching) por crianças em idade escolar (a maioria entre os quatro e os 12 anos) e esse trabalho é efectuado em família. Ora, várias organizações não governamentais (ONG) efectuaram um trabalho de campo, com o objectivo de sensibilizar os pais dessas crianças e o governo da região para que esse trabalho fosse efectuado em centros de cozimento (stitching center´s), com o argumento de que era imoral – ou seja, contrário à moral – que aquelas crianças não fossem à escola.
Parece que não acharam imoral – ou seja, contrário à moral – que as crianças continuassem a realizar um trabalho que devia estar a cargo de maiores de idade, qualificados e devidamente remunerados.
Em vez de tentarem melhorar as condições económicas daquelas famílias – nem que fosse subsidiando-as directamente –, as ONG acabaram por criar uma nova figura: o trabalho infantil em ambiente protegido.
De facto, pese embora a imoralidade do trabalho infantil, ele só existe – naquele e noutros casos, porque as famílias não têm outro meio de subsistência. Nenhum pai ou nenhuma mãe, em qualquer cultura, religião ou quadro moral, prefere ter os filhos a trabalhar em vez de os ter na escola.
Este é, claramente, um dos casos em que a economia vem antes da moral.

.
Nota
Saberão os jogadores de futebol mais bem pagos do mundo que cada pontapé que dão numa bola é um pontapé que estão a dar na cara triste de uma criança?
Não deveriam desenvolver uma campanha para que as bolas de futebol tivessem uma etiqueta «Child Labor Free»?
.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

«Uma Noite com o Fogo» na revista «Os Meus Livros»

Está disponível aqui uma crítica de Ana Morgado ao meu romance «Uma Noite com o Fogo». Vem na edição deste mês da revista «Os Meus Livros».

terça-feira, 5 de maio de 2009

Dali sem bigodes

Os belíssimos textos de Fernando Sobral no «Jornal de Negócios», de 2004 até agora. Edição Bertrand para «Os Anos Sócrates – O Grande Jogo da Política Portuguesa», com prefácio de Marcelo Rebelo de Sousa.
.
«Salvador Dali era conhecido pela sua modéstia. Que era pouca. José Sócrates muito provavelmente leu as palavras do pintor espanhol: ‘Aos seis anos queria ser cozinheiro. Aos sete queria ser Napoleão. E a minha ambição continuou a crescer ao mesmo ritmo deste então.’ Não se duvida que Sócrates seja o Dali português. Sem os bigodes. O primeiro-ministro quer que cada português tenha um computador, como se isso fosse o seu passaporte para a tecnologia e o tornasse o homem socrático ideal.»
.

Algumas cores do montado (2)

Por estes dias, aqui por perto. Outras cores aqui.
.

Voz do dono e cabelo ensebado

Ontem, na TVI 24, o comentador Eduardo Barroso, voz do dono de Filipe Soares Franco (que finalmente parece que vai mesmo deixar o meu clube), disse que o comentador Rui Santos, da SIC Notícias, é um «jornalista de cabelo ensebado».
.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

A suspeita

Absolutamente vergonhosa a forma como o Sporting se apresentou no Sábado em Coimbra – Académica 0, Sporting 0. Percebeu-se que jogadores e treinador não tiveram a mínima intenção de ganhar o jogo, coisa que nenhum adepto do clube pode compreender (talvez um adepto da sade possa, mas um adepto do clube não). Esta indignidade é tanto mais incompreensível quanto se ia tornando notório que a equipa do Porto sentia alguma pressão por não ter conseguido nas jornadas anteriores aumentar os pontos de avanço na classificação. Isto devia ser mais do que suficiente para jogadores e treinador continuarem a lutar, mas não. Fez-me lembrar o campeonato de há dois anos, quando o incompetente presidente do clube disse que era preferível o segundo lugar a ser campeão, para poupar nos prémios aos jogadores, e o resultado foi que o Sporting depois de estar a ganhar na Luz num jogo decisivo se deixou empatar de uma forma tremendamente suspeita (terá perdido aí a possibilidade de ser campeão). Como suspeita foi a forma como jogou para não ganhar em Coimbra. Terá havido nesta atitude dos jogadores e do treinador o dedo do presidente? Terá o gigante – neste caso, obviamente, um mau gigante – aparecido no balneário, passados dois anos, com a tese de que ser segundo é melhor do que ser primeiro? Não sei, não vi, mas a suspeita não me foge do pensamento depois da vergonha de Coimbra.
.

domingo, 3 de maio de 2009

Algumas cores do montado (1)

Por estes dias, aqui por perto.
.

sábado, 2 de maio de 2009

Um texto

Um texto sobre o meu romance «Uma Noite com o Fogo» – ver aqui.
.