Pelo menos a diferença entre a Amadora e a cidade de Basileia. É a ideia com que fico depois da vitória nas calmas do Sporting esta noite (Basileia 0, Sporting 3 – Pereirinha e Liedson 2), que facilmente me faz lembrar o jogo do fim-de-semana passado com o Estrela a Amadora. Havia quem estivesse preocupado com a falta de jogadores por causa das lesões (Rui Oliveira e Costa, por exemplo, confessou isso na televisão), mas eu não me parecia que fosse caso para tanto; por vezes, o que me preocupa é a abundância de jogadores (?), por exemplo aqueles tipo Purovic, Farnerud e só não digo Polga para não ser insistente. Esta noite a equipa jogou com o onze, digamos assim, certinho (imagine-se o que teria sido colocar Purovic ao lado de Liedson…). Pereirinha sabe jogar futebol, Tiuí a mesma coisa ainda que não sendo um craque, e por aí adiante; Polga lá andou como sempre tem andado e até foi substituído, Ronny mesmo tapado por Grimi (bom jogador) pôde jogar um bocado, o guarda-redes vai resolvendo as confusões e Liedson parece que está novamente a acertar com a baliza. Mais duas notas: primeira, ainda sobre as semelhanças entre a Suiça e a Amadora, o humor de Paulo Bento ao fazer mais uma vez entrar Farnerud na parte final; segunda nota, se no Sporting Purovic continua felizmente no banco de suplentes, sem entrar nem que seja para jogar (?) um minuto, os suíços a meio da segunda parte fizeram entrar um Perovic (não reparei se sabe jogar ou se a diferença para Purovic é só o «e» em vez do «u», e não reparei porque nessa altura andava a espreitar de vez em quando o jogo do Benfica, que parecia divertido).
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
Algumas loucuras
Do Sporting 2 (Vukcevic), Basileia 0 pode-se dizer que foi um jogo de algumas loucuras. Principais, as de Vukcevic, nas jogadas que fez e também naqueles saltos esquisitos que de vez em quando não consegue evitar (e pronto, lesionou-se e parece que tem para umas três semanas). Mas tirando estes imprevistos (que Vukcevic se tivesse mais calma até poderia prever), trata-se de uma loucura saudável, que importa até explorar. Paulo Bento demora sempre muito tempo a entender as coisas (relembre-se o que aconteceu com a insistência no inexplicável Custódio antes de apostar em Miguel Veloso, ou veja-se as dúvidas que parece ter em relação a Adrien), mas depois acaba por entender. Com falta de avançados, desistiu mesmo do indigente Purovic e apostou em Vukcevic, que sabe chutar, passar, fintar, correr e tudo o mais que se possa imaginar para um jogo, com a vantagem de ter a tal saudável loucura que faz com que quando menos se espera invente um golo. Quanto a outras loucuras, a «loucura», obviamente entre aspas, de parecer que a equipa começa a tomar algum jeito depois das confusões dos últimos tempos (com Grimi a mostrar muito valor e Tiuí a não envergonhar nem dez por cento do que Purovic já nos envergonhou), e ainda uma loucura que começa a fazer parte da história do Sporting dos últimos anos, uma loucura pouco saudável neste caso, desastrada, completamente desastrada, por vezes inacreditável: a de Polga, que parece mesmo talhado para o desastre (veja-se o golo que falhou de forma incrível no início da segunda parte e as tropelias que arranjou na defesa).
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Sporting 2 - Basileia 0,
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