As televisões próximo da hora do almoço a repetirem programas do dia anterior. Num da RTP ouço Luís Filipe Vieira a dizer que «depois do jogo de Guimarães hadem reparar que as arbitragens» já não me recordo o quê. Mudo para a TVI e aparece-me Paulo Futre a pedir não percebo a quem: «Mete a imagem mais grande! Mete a imagem mais grande!»
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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
sábado, 17 de maio de 2008
Não ao acordo
O «acordo ortográfico» a passar na assembleia da nossa República quase sem se dar por isso, como se calhar até convinha a quem se lembrou desta parvoíce. Apenas quatro deputados foram capazes de dizer não. O texto abaixo, de Pedro Correia, que copio daqui (blog «Corta-fitas»), resume na perfeição aquilo que penso sobre o assunto.
Há sempre alguém que diz não
Em 230 deputados, apenas quatro se atreveram a votar ontem contra o "acordo ortográfico" na Assembleia da República, despachado com uma burocrática indiferença, quase sem debate no hemiciclo, tal como já havia sucedido com a ratificação do Tratado de Lisboa. Um dos deputados que ousou contrariar a regra da quase-unanimidade parlamentar numa questão tão polémica foi Manuel Alegre. Sinto-me representado por ele e pelos restantes três que também recusaram fazer coro com a maioria de legisladores que declarou guerra às consoantes mudas em nome da impossível unidade ortográfica luso-brasileira - Luísa Mesquita, António Carlos Monteiro e Nuno Melo. Eu e todos os portugueses que somos frontalmente contra este "acordo" agradecemos-lhes a ousadia. Felizmente há sempre alguém que diz não. Mesmo em tempos de união nacional, acrítica e monolítica.
Há sempre alguém que diz não
Em 230 deputados, apenas quatro se atreveram a votar ontem contra o "acordo ortográfico" na Assembleia da República, despachado com uma burocrática indiferença, quase sem debate no hemiciclo, tal como já havia sucedido com a ratificação do Tratado de Lisboa. Um dos deputados que ousou contrariar a regra da quase-unanimidade parlamentar numa questão tão polémica foi Manuel Alegre. Sinto-me representado por ele e pelos restantes três que também recusaram fazer coro com a maioria de legisladores que declarou guerra às consoantes mudas em nome da impossível unidade ortográfica luso-brasileira - Luísa Mesquita, António Carlos Monteiro e Nuno Melo. Eu e todos os portugueses que somos frontalmente contra este "acordo" agradecemos-lhes a ousadia. Felizmente há sempre alguém que diz não. Mesmo em tempos de união nacional, acrítica e monolítica.
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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
O português da net
Uma frase de Manuel António Pina, tão surpreendente quanto certeira, divulgada por Pedro Correia no «Corta-fitas».
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quarta-feira, 18 de julho de 2007
Saramiago
Isto merece ser lido.
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