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segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Talvez procurasse comida

O pequeno fantasma de Fernando Pessoa, apanhado há pouco na cozinha, a rondar o frigorífico. Cada vez é mais difícil fotografá-lo (hoje, estranhamente, apareceu numa divisão que tinha as luzes acesas).
(ver também aqui)
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segunda-feira, 30 de junho de 2008

O meu incrível fantasma de Pessoa

Provavelmente não vão acreditar nisto, mas o meu pequeno e incrível fantasma de Fernando Pessoa, cuja primeira fotografia mostrei pela primeira vez aqui, continua cá por casa, de um lado para o outro. Só que agora é uma carga de trabalhos para conseguir fotografá-lo, porque passou a andar só à noite e em paredes de divisões com as luzes apagadas. Apanhá-lo é uma questão de sorte. Esta noite foi isso que aconteceu; de repente, acendi uma lanterna bem apontada para um dos sítios onde sei que ele gosta de aparecer e zás… Quando o minorca (um centímetro e meio da altura, não mais) desapareceu, já eu o tinha apanhado com a máquina fotográfica. Ficou assim a fotografia.
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sexta-feira, 13 de junho de 2008

Pessoa, aqui pelas paredes

O pequeno fantasma de Fernando Pessoa, que já mostrei duas vezes neste blog, aqui e aqui, por cá anda de um lado para o outro. Nesta imagem, avança decidido numa das paredes da cozinha, bem rentinho ao chão. Hoje, como é um dia importante, pode muito bem estar a preparar alguma.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Novidades do pequeno fantasma

O pequeno fantasma de Fernando Pessoa continua cá por casa. Fotografei-o há uns minutos, já noutra parede. Na passada sexta-feira mandei fazer uma limpeza, depois de dizer para mim mesmo que se tratava de uma mancha e que o melhor era voltar atrás na decisão de não fazer nada. No sábado já não vi a mancha e então elogiei em pensamento a competência da empregada. Hoje, já de noite, ia a andar pela sala quando reparei em qualquer coisa perto do tecto. Uma aranha? Uma borboleta? Uma mancha? O super-homem só que em ponto pequeno e a preto e branco? Nem me lembrava já do pequeno poeta… Subi o escadote que uso para chegar aos livros das prateleiras mais altas e percebi o que era, ou quem era. Fui a correr buscar a máquina fotográfica. Ainda pensei que poderia assustá-lo com o flash, mas não, nem sinal disso. Na volta, distraído, ele nem percebeu.