Foi na quinta-feira, logo pela manhã. O Monge regressou das correrias habituais pelo montado já a arrastar-se. Caiu mesmo em frente da porta aqui de casa, em agonia. Muito provavelmente um ataque cardíaco. Chegámos ao veterinário, que estava a abrir a porta, mesmo em cima das nove. O Monge tinha acabado de morrer. O Monge, o cão inesquecível que em pequenino dormia debaixo das flores, como nesta foto, descansa agora à sombra de um vimeiro, uma das árvores daqui de que mais parecia gostar.Em tempos, publiquei neste blog uma série intitulada «Quando ele era pequenino». Deixo a seguir os links: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10.
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