sábado, 9 de abril de 2011
sexta-feira, 8 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Em Vilamoura
Esta manhã, no Colégio Internacional de Vilamoura, que tem alunos de quarenta e duas nacionalidades, para falar sobre o livro «O Sorriso Enigmático do Javali». Na biblioteca, para alunos do 8º Ano e do Year 9 e ainda membros do Grupo de Jornalismo do colégio, no âmbito de uma iniciativa denominada «A Magia das Palavras Contadas», coordenada por Dina Adão. Site do colégio aqui.
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Literatura,
Livro «O Sorriso Enigmático do Javali»
terça-feira, 5 de abril de 2011
O problema
O principal problema dos políticos, agora, é que não têm mentiras novas para contar. Talvez seja mesmo o único problema que têm, da esquerda à direita, do centro até ao palácio principal do país.
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Políticos
domingo, 3 de abril de 2011
Luz apagada
Eu vi de fora, sem grande interesse no que pudesse acontecer, obviamente. O único comentário que posso fazer é que foi mesmo muita falta de nível, no fim, terem apagado a luz e ligado a rega do relvado.
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Futebol,
Porto campeão no Estádio da Luz
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Pelas escolas
Não sei se é verdade... Ouvi dizer que José Sócrates e vários membros do seu governo, além de gente da oposição, obviamente (porque os tempos exigem união), se têm desdobrado ao longo do dia pelas escolas do país, para encontros com alunos. Foram convidados, neste primeiro de Abril, para contar mentiras.
terça-feira, 29 de março de 2011
Uma mania
A mania de Pedro Passos Coelho querer privatizar a Caixa Geral de Depósitos já chateia. Quer dizer, a mim já me chateia há algum tempo, não é de agora. Um dia entrevistei-o, pouco antes de ele ter ganho as eleições para líder do PSD, e ele foi capa da revista com essa entrevista. Uma conversa muito simpática, e lembro-me do título que pus na entrevista, uma frase dele, «Não podemos deixar enraizar a ideia de que quem faz a marosca é recompensado». Demasiado tarde, já estava bem enraizada… Mas mesmo assim a frase deu em título, e foi para a capa. Lembro-me das perguntas que levava para fazer, mais incómodas, menos incómodas, algumas que nem uma coisa nem outra. Levava também uma da privatização da Caixa Geral de Depósitos, ainda por cima numa altura em que estava bem quente a confusão no sector financeiro. Quando cheguei a essa pergunta, em vez de colocar uma pequena cruz à frente e fazê-la, não, nada disso; fiz um risco por cima e passei à pergunta seguinte. E por momentos, breves momentos, disse para comigo, em pensamento, era só o que faltava numa entrevista minha ter de falar desta porcaria. Passei à parte de José Sócrates e foi aí que arranjei o título.
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Pedro Passos Coelho,
Política
segunda-feira, 28 de março de 2011
Tomada de posse
Conforme se pode ver aqui, os números parecem não bater certo. Depois de «afinada a contagem», segundo o presidente em exercício da Assembleia Geral, de quem não fixei o nome, o escolhido Godinho Lopes tomou posse assim do meu clube, ou antes, como presidente do meu clube. Tenho esperança de que o Sporting, depois do desastre dos últimos 15 anos, possa mudar um dia, se possível já amanhã.
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Sporting
António Souto – Crónica (34)
É claro que há coisas piores na vida da humanidade. O quê? Sei lá, um sismo, um tsunami, uma catástrofe nuclear, um conflito armado contra um líder que quer ser líder à força, uma crise política e económica e social aqui mesmo ao lado sem fim anunciado, sei lá….
Polémica à parte
Há não muito tempo, a imprensa deu conta da anulação de uma tese de doutoramento de uma professora de uma escola superior por, espante-se, plágio. Uma professora-plagiadora, portanto. Reconhecida a inadmissível patranha, fez-se o que deveria ser feito. Há escassas semanas, também, um ministro da Defesa alemão, agora ex-ministro, foi desmascarado pela mesma intrujice. Num caso como noutro, e para além da perda do título, não sabemos das demais consequências, se porventura as houve. No caso português, pelo menos, havendo um compromisso de honra que garante a originalidade dos trabalhos de investigação, os casos de fraude detectados são encaminhados para o Ministério Público para eventual procedimento criminal. O que é grave é que quem tem a obrigação de contrariar estas atitudes – sendo professor ou figura publicamente reconhecida – seja autor destas mesmas atitudes recriminatórias.
Uma das muitas questões que se podem colocar, para além da questão ética, é a de saber quantos pretensos trabalhos científicos não andarão por aí a repetir-se uns aos outros. O delírio de mestrados e doutoramentos é hoje tal, na diversidade como na quantidade, que dificilmente se poderão delimitar as balizas da originalidade e do seu verdadeiro cunho científico. O importante é o título: a emissão do título pelas instituições ‘competentes’, a obtenção do título pelos ‘competentes’ candidatos. Uns e outros em luta pela sobrevivência.
O mal, para quem vê nisto algum mal, parece vir da base, parece medrar de pequenino, de quando se deveria torcer o pepino, de quando se deveria começar a aprender a ser gente e a ser cidadão, de quando se deveria saber o valor dos valores. Porém, do básico ao secundário, e do secundário à universidade, os alunos são discretamente orientados para o facilitismo de um trabalho pouco esforçado, sublinhando-se metodicamente a dimensão lúdica da aprendizagem sem olhar a idades, como se o acto de aprender no decurso do ensino formal se regesse pelos mesmos princípios pedagógicos e pelas mesmas regras da pré-primária aos bancos das universidades. E nisto, a nossa era de novíssimas tecnologias não é alheia à voracidade de querer chegar cada vez mais longe e mais depressa, fazendo-se tábua rasa do proverbial saber de que «depressa e bem não há quem».
Não se leia nestas palavras, contudo, algum conservadorismo nostálgico, nada disso, mas a urgência de cuidar do uso que se faz das insubmissas tecnologias, com a Internet à cabeça. O conhecimento, tão útil à ventura da humanidade, deve ser partilhado e colocado ao serviço de todos, mas não é seguramente aceitável fazer um uso indiscriminado e abusivo da Internet como ferramenta para a apropriação de propriedade intelectual e/ ou artística. O que quero reafirmar é que a escola deve estar na primeira linha na prevenção deste apetite que se inicia na escola e se prolonga fora dela. Primeiro um título, depois uma sinopse, depois uma impressão de leitura, depois uma recensão, depois a obra inteira, depois excertos sobre a obra inteira, depois os excertos todos que interessam sobre todas as obras e todas as reflexões. De um plágio que ainda o não é ao plágio puro que se disfarça vai um pequenino salto, mas um salto que, sendo tolerado, conduzirá a uma única partilha, a do embuste globalizado.
Resta-nos a esperança de que a Internet, hoje utensílio infelizmente facilitador destas tentações por parte de utilizadores despudorados, possa concorrer, também ela, para os desmascarar sem dó nem piedade. Uma esperança.
É claro que há coisas piores na vida da humanidade. O quê? Sei lá, um sismo, um tsunami, uma catástrofe nuclear, um conflito armado contra um líder que quer ser líder à força, uma crise política e económica e social aqui mesmo ao lado sem fim anunciado, sei lá, coisas um bocadinho piores…
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Crónicas
domingo, 27 de março de 2011
Esta noite, como tantas vezes acontece, a realidade ultrapassou a ficção
Nem num romance de intriga e mistério se imaginaria possível. Mas aconteceu. Foram eleitos no Sporting, à segunda contagem, muitos dos rostos do desastre do clube nos últimos quinze anos. E ao mesmo tempo foi aproveitado para a Assembleia Geral, da lista de ruptura, um dos defensores mais empenhados até há uns meses desse mesmo desastre.
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