quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Intervalo

Os posts regressam dia 10 de Dezembro.

Mourinho e Scolari - Diferentes? Iguais?

Será que José Mourinho e Luiz Felipe Scolari, afinal, são iguais? Ou nem por isso? Ver aqui.

Kasparov

Garry Kasparov preso em Moscovo por denunciar o regime de um ditador que por cá ainda há uns dias foi tratado como um senhor. Coloquei aqui o texto que escrevi há cerca de um ano, quando Kasparov esteve em Portugal e não se coibiu de explicar quem na verdade é Vladimir Putin.

Só agora

Só agora falo da derrota do Sporting em Manchester – Manchester United 2, Sporting 1 (Abel). E não é para dizer grande coisa. Com directas atrás de directas, em trabalho, consegui espreitar uns minutos da segunda parte numa saída do escritório para comer qualquer coisa. Tenho ouvido os comentários mais diversificados, mas a verdade é que ainda nem sei bem o que se passou (Purovic, por exemplo, foi titular, mas eu mesmo sabendo que foi ainda assim custa-me a acreditar).

terça-feira, 27 de novembro de 2007

A frase da noite

«Com o que ganha Paulo Bento, na Europa só se consegue contratar massagistas.»
Rui Oliveira e Costa, na Antena 1

Viagem ao 24 de Abril

Cheguei há pouco de uma viagem ao 24 de Abril. Estive numa reunião da Assembleia Municipal da minha terra – Monchique –, onde falar, para quem não é da maioria (25 anos de poder), por vezes acaba por ser uma tarefa complicada, senão mesmo impossível.
Imagem: Blog «Monscicus»

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Pergunta discreta

Por que é que Filipe Soares Franco não se demite da presidência do Sporting?

domingo, 25 de novembro de 2007

Escritores no meu romance (30)

Juan Eslava Galán, Espanha
Em nome de Deus Todo-Poderoso, eu, o mágico velhinho, começo este livro no dia de Natal de 1498, e porque de toda a obra são princípio e fundamento Deus e a Fé Católica, como diz a primeira Decretal das Clementinas …
(excerto de «O que Entra nos Livros», página 127)

Desta vez não dá…

Lamento mas desta vez não dá para escrever sobre o Sporting, ou antes, sobre o jogo do Sporting – Leixões 1, Sporting 1 (Purovic). A equipa perdeu toda a capacidade competitiva e agora até os jogadores mais indigentes sobressaem (Purovic marcou o golo do empate e a certa altura Farnerud parecia querer fazer de patrão da equipa, enquanto Polga no ataque fazia fintas, embora toscas, mas fazia ). Ao mesmo tempo que os gestores (?) se divertem com negócios de gê-pê-ésses, o futebol, a principal actividade do clube, afunda-se a caminho daquilo que era habitual na segunda metade da década de 90 do século passado.

sábado, 24 de novembro de 2007

O texto de Vasco Pulido Valente sobre «Rio das Flores»

Li a análise do último (ou melhor, do mais recente) romance de Miguel Sousa Tavares («Rio das Flores») feita por Vasco Pulido Valente, que saiu hoje no «Público». Não comprei o jornal, nem sabia da coisa; vi por acaso uma referência num blog e depois fui a outro ler o texto. Ainda não li o romance, e quero ver se leio, embora uma espreitadela ao início, numa livraria, me tenha dado que pensar – começo meio à Camilo (com aquela mania do nome completo), meio à García Márquez de «Cem Anos de Solidão», só que o pai da personagem em vez de a levar a conhecer o gelo leva-a a uma tourada; e depois, a personagem tem já não me lembro quantos «anos de idade», recurso estilístico comparado ao «há x anos atrás», que Miguel Sousa Tavares também usa com frequência. Mas conto ler o livro, porque gostei da história do anterior («Equador»), mesmo com os erros – que começavam logo com uma confusão da época em que foi construído o Canal de Suez – e com a escrita que dava a ideia de aquilo ter sido sempre a despachar.
Da conta em que tenho Vasco Pulido Valente, só posso dizer que o que escreveu sobre «Rio das Flores» é bem capaz de ser verdade. Há uma frase que me chamou a atenção; esta… «[Miguel Sousa Tavares] Não escreve como quem escreve um romance, escreve como quem escreve um relatório: directamente, com a mesma luz branca e monótona para tudo.» Eu costumo comparar estes casos de forma diferente, com um velho manual de gestão da força de vendas que tinha numa das cadeiras da faculdade, um livro de um cromo norte-americano chamado Tom Hopkins que aparecia na capa a fazer lembrar uma das personagens do «Dallas» (o manual tem uns vinte anos e curiosamente há uns meses chegou-me ao escritório um exemplar de uma nova edição, a quinta, com o cromo ainda e sempre na capa só que mais velho um bocadinho mais bem arranjado).
No meio destas polémicas das literaturas, estranho o silêncio sobre o novo romance de José Rodrigues dos Santos, que também conto ler. Como «Rio das Flores», já o folheei numa livraria e chamou-me a atenção um estranho «crrrrrrr, crrrrrr» que provavelmente é o substituto dos «uhs» da esmagadora maioria das personagens do romance anterior. Os livros deste autor já se sabe que é mais para a palhaçada, mas sempre podia haver alguma coisa tipo Vasco Pulido Valente e «Rio das Flores»; para ver se isto animava um pouco.

Pássaro maluco

O pássaro maluco, esta tarde, como sempre a voar ali no caramanchão.

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Um engenheiro a sério

Em tempo de engenheiros da treta e do fax, coloquei num dos meus outros blogs («Mundo RH») o perfil de um engenheiro a sério.