quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Escritores no meu romance (24)

Ian McEwan, Inglaterra
... Ian McEwan estava junto a uma frase, que se presumia ser da sua autoria, «uma obra prima de observação e de estilo».
(excerto de «O que Entra nos Livros», página 146)

Uma reflexão importante

A capa de hoje de «A Bola». Os vês (Vieira e Vara) aqui não interessam. O que me chama a atenção é aquilo do canto superior direito, a reflexão de Carlos Freitas, um dos administradores do Sporting. É difícil arranjar alguém que tenha prejudicado tanto o clube nos últimos tempos como Carlos Freitas, com as suas escolhas de jogadores para comprar. Está em reflexão, espero que para sair. Eu acho que Filipe Soares Franco é que devia de estar em reflexão, para fazer com que ele saia. Enfim, também não é importante, desde que saia.

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Brasil 2014

Mundial de futebol de 2014 no Brasil. E se fôssemos lá com o senhor Scolari?

Infelizmente é assim

Miguel Sousa Tavares hoje em «A Bola». Infelizmente é assim como ele escreve no título. O Benfica, enfim, é a confusão que se vê e que já se esperava. No Sporting – que é o que me interessa – a incompetência dos responsáveis parece não ter limites; a sensação que dá é a de que se sentem tão à vontade no mundo do futebol como o jogador (?) Purovic na grande-área.

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

A pérola

Via «Corta-fitas»/ João Villalobos: esta pérola.

Escritores no meu romance (23)

Miguel Torga, Portugal
… os livrinhos brancos e por cortar das edições que Torga ia fazendo por conta própria…
(excerto de «O que Entra nos Livros», página 74)

domingo, 28 de outubro de 2007

A chulice

Conta-se aqui.

Pergunta discreta

O que aconteceria com esta coisa da dívida paga pelo pai ao filho se tudo se passasse no Espírito Santo?

Dizer o quê?

Dizer o quê do deplorável jogo do Sporting esta noite na Madeira? Nacional 0, Sporting 0, apenas com uns remates na parte final, mas já a jogar com dez depois de mais uma inacreditável entrada de Purovic. A ideia que dá é a de que Paulo Bento está a destruir a equipa do Sporting. Não percebo por quê. Ou é de compreensão lenta, ou passou-se (como diz o Joe Berardo do Jardim Gonçalves) ou então é outra coisa qualquer. Se o Porto ganhar ao Leixões, vai ser bonito…

Um péssimo árbitro

Vi um resumo do jogo entre o Guimarães e o Leiria. De facto, Duarte Gomes, o mesmo do penalty inventado para o Benfica na Amadora, é um péssimo árbitro.

sábado, 27 de outubro de 2007

Textos sobre livros - 42

A viagem imprevisível
Em tempo de calhamaços, ainda por cima calhamaços de famosos como Miguel Sousa Tavares e José Rodrigues dos Santos, coloco aqui uma outra proposta de leitura em que não faltam páginas (mais de setecentas). De qualquer forma, eu conto ler tanto o livro de Sousa Tavares como o de Rodrigues dos Santos, isto pelas experiências anteriores; pelo que têm de bom (as histórias costumam ser empolgantes) e apesar do que têm de mau (principalmente Rodrigues dos Santos, cuja escrita costuma ser bastante descuidada, com erros, coisas sem sentido e passagens de gosto duvidoso que por vezes levam a que se leia uma e outra vez e não se acredite – lembro aqui os «uh’s» da maior parte das personagens de «A Fórmula de Deus» e uma coisa que talvez se explique com algum vírus informático, que é o uso de vez em quando de uma estranha forma verbal do género da desta frase, «eles conseguiram irem a Lisboa»).
A proposta é o romance «O Expresso de Berlim» (Edições ASA, 736 páginas), de António Andrade Albuquerque. O autor nasceu em Lisboa, em 1929, tendo-se tornado bastante conhecido, inclusive internacionalmente, com romances policiais assinados com o pseudónimo Dick Haskins. Aqui, narra uma história que decorre em plena Segunda Guerra Mundial (e que tem continuação num outro romance, «O Papa que Nunca Existiu»). Tudo começa em Lisboa, em Agosto de 1943. João Kessler Albano Martins é um jovem professor universitário (filho de um português e de uma alemã). Lisboa fervilha de espiões e agentes secretos. O jovem professor vai acabar por ser envolvido nos jogos perigosos desse mundo. Por uma razão muito forte, a sua própria mãe. Esperam-no aventuras com que nunca terá sonhado, e espera-o o amor, mesmo que não possa ser para sempre. A viagem imprevisível é a do expresso que liga Berlim e Paris. Mas é também a viagem que o professor inicia de Lisboa para Londres, depois de Londres de novo para o continente, a França, a Alemanha… Com Vera a seu lado, uma jovem de 24 anos, de «cabelos negros e olhos tão bonitos que não pareciam reais». A escrita do autor toca a perfeição.

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Escritores no meu romance (22)

Eduardo Mendoza, Espanha
No ano em que o mágico velhinho chegou a Barcelona, a cidade encontrava-se em plena febre de renovação.
(excerto de «O que Entra nos Livros», página 157)
Ilustr. Loustal