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sexta-feira, 21 de maio de 2010

Revista «human» de Junho

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Nas bancas a partir desta sexta-feira. É o número 18, de Junho de 2010. Mais informações sobre a edição aqui. Deixo a seguir o meu editorial…
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Música e futebol
A música e o futebol preenchem grande parte desta edição da «human». São os temas de duas das peças principais, sendo que uma delas acaba mesmo por ser o destaque da capa.
Escolhemos a música, a propósito da realização do «Rock in Rio», para mostrarmos como um grande evento nessa área pode contribuir para a construção de um mundo melhor, pelas iniciativas de responsabilidade social que promove. A responsável do evento, Roberta Medina, que aparece na capa numa fotografia feita durante os trabalhos de preparação do recinto, explica todas essas iniciativas.
Quanto ao futebol, a nossa escolha foi o Benfica. Um trabalho sobre como o clube chegou à liderança. Aqui, quando se fala em chegar à liderança, a ideia não é a de chegar ao primeiro lugar, como aconteceu com a equipa principal de futebol esta época no campeonato nacional. É mais do que isso, é a de chegar a um nível em que se pode dizer claramente que existe no futebol do clube uma verdadeira liderança. Uma liderança que permite, depois, ganhar campeonatos. Foi para tentar perceber isso que ouvimos quatro profissionais de recursos humanos, todos eles benfiquistas, perceber o que esteve na base da grande transformação que o Benfica conheceu esta época.
Já agora, e sobre este trabalho do Benfica, uma nota. Os temas na «human» não são escolhidos apenas por mim. Mas neste caso a lembrança foi minha. Escolhi o tema, com grande pena, tenho de admitir, porque preferia que a revista publicasse um trabalho sobre liderança centrado no meu clube e não no Benfica. Infelizmente, pelos motivos que se conhece, não foi possível. Tendo em conta o que aconteceu esta época, só mesmo se publicássemos uma edição sobre o que não se deve fazer em gestão, sobre o desleixo, o desinteresse e o desmazelo, só assim é que poderíamos tomar o meu clube depressa possível. Sob pena de o meu clube cair num poço sem fundo de onde será difícil recuperá-lo. Se publicássemos o trabalho sobre a má gestão, e se lhe déssemos o maior destaque, eu até sei, obviamente, quem seria a figura de capa.
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sexta-feira, 30 de abril de 2010

Revista «human» de Maio

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Nas bancas a partir desta sexta-feira. É o número 17, de Maio de 2010. Mais informações sobre a edição aqui. Deixo a seguir o meu editorial…
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Uma edição especial
Esta é uma edição especial, dedicada em grande parte aos prémios «Melhores Empresas para Trabalhar em Portugal 2010», iniciativa promovida pelo Great Place to Work Institute, que é representado no nosso país pela Sperantia, entidade fundada por Sandrine Lage. O Great Place to Work Institute declara na sua missão o propósito de «dedicar-se a construir uma sociedade melhor, ao contribuir para a melhoria do ambiente de trabalho das organizações». E a verdade é que avalia organizações em mais de 40 países, há mais de 25 anos, o que torna a sua iniciativa no maior estudo de ambientes de trabalho a nível mundial.
Daí o orgulho da revista «human» por assumir neste ano de 2010 a qualidade de ‘media partner’ de uma iniciativa tão meritória quanto reconhecida. Trata-se de uma parceria que agora ganha maior expressão pública com um ‘dossier’ especial que resulta de um trabalho jornalístico exaustivo sobre as empresas distinguidas como as melhores pelo Great Place to Work Institute. E os exemplos que ressaltam desse trabalho são bem encorajadores, quando ao mesmo tempo se assiste a exemplos completamente opostos, de empresas que tratam as suas pessoas de formas absolutamente lamentáveis.
A «human» deste mês de Maio tem assim muito poucas das suas secções habituais, e não tem nenhum dos cronistas que desde o início contribuem para o projecto. Mas o formato habitual vai regressar já em Junho. Pelo mérito dos prémios «Melhores Empresas para Trabalhar em Portugal 2010», pelas boas práticas que através deles são dadas a conhecer, valeu a pena, sem dúvida, esta interrupção.

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NOTA: A «human» de Maio é uma edição amiga do ambiente. Como resultado de uma parceria entre o Great Place to Work Institute e a CarbonoZero, foi efectuada a quantificação e a compensação das emissões de gases com efeito de estufa associadas à produção e à impressão da edição. A monitorização registou um total de 4,1 toneladas de CO2e. A compensação das emissões de carbono será efectuada através do co-financiamento aos projectos que integram o My Bank CarbonoZero, como o projecto florestal da Tapada Militar de Mafra (Portugal) e o projecto tecnológico da Nobrecel (Brasil).
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quarta-feira, 28 de abril de 2010

Uma referência

Ainda antes de colocar aqui a capa da revista «human» de Maio (e o editorial), uma referência a algo que deixa a equipa muito orgulhosa.
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segunda-feira, 29 de março de 2010

Revista «human» de Abril

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Nas bancas a partir desta terça-feira. É o número 16, de Abril de 2010. Mais informações sobre a edição aqui. Deixo a seguir o meu editorial…
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A liderança de Fernando Nobre
Já ouvi por diversas vezes profissionais ligados à gestão das pessoas apresentarem como exemplo em Portugal de um gestor de recursos humanos de excelência o líder da AMI – Assistência Médica Internacional, Fernando Nobre. Durante a entrevista que lhe fiz, e que publicamos nesta edição, falei-lhe do assunto e perguntei-lhe se isso o surpreendia. Não me respondeu nem que sim, nem que não, disse-me foi que isso talvez advenha do facto de ter sido desde há mais de 30 anos um mobilizador de vontades e ter de algum modo sido – e aqui frisou que o dizia com humildade – um paradigma de liderança.
Mais do que a gestão de recursos humanos, foi exactamente a questão da liderança que sobressaiu na entrevista. Tanto que ao lê-la não é difícil encontrar exemplos de verdadeiros ensinamentos sobre a matéria de um homem que ao longo de um quarto de século soube construir em Portugal um projecto para o mundo. Antecipo já alguns a seguir:
«A liderança advém da exemplaridade que se dá no exercício das funções, da perseverança, do espírito de sacrifício, do esforço e da motivação e do incentivo que se dá aos colaboradores.»
«Nunca fui alguém que prometeu sem cumprir. Isso para mim é fundamental na liderança, eu costumo dizer, e é sabido, pode-se enganar uma pessoa toda a vida, pode-se enganar mil pessoas um dia, mas mil pessoas toda a vida é muito difícil, por isso devemos ir sempre pelo discurso da verdade, pela frontalidade.»
«Liderança é ter deveres; deveres, deveres, deveres, e alguns, mas poucos, direitos. Se as lideranças não entenderem isto, acho que há um enorme equívoco.»
«Em todas as missões de alto risco, eu, como líder, tenho de estar no terreno; é esse o papel do líder, se manda pessoas que trabalham consigo para a linha da frente, ele próprio tem de estar na linha da frente, para partilhar com elas os riscos inerentes ao projecto ou à missão.»
Quatro exemplos da liderança de Fernando Nobre. Mas o melhor mesmo é ler a entrevista.
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domingo, 28 de fevereiro de 2010

Revista «human» de Março

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Nas bancas a partir desta segunda-feira. É o número 15, de Março de 2010. Mais informações sobre a edição aqui. Deixo a seguir o meu editorial…
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Dois mundos
A capa desta edição é feita com um homem de dois mundos, o da política e o das empresas: Pedro Passos Coelho. É dele que publicamos uma longa entrevista, contudo bem menor do que aquela que gravámos, por causa da habitual ditadura da paginação, que volta não volta nos obriga a cortar alguma coisa que não queríamos. Há meia dúzia de edições aconteceu ainda pior, na altura em que entrevistámos Manuel Carvalho da Silva, o líder da CGTP; ainda me lembro do pesadelo que foi, dessa vez, ter de escolher os cortes para ficar apenas com metade das respostas, para que não saísse das páginas previstas, que até eram muitas. Não deixa de ser curioso, num tempo em que começam a preocupar-nos outras ditaduras, por sinal bem perigosas (e vergonhosas), ter de lidar com esta que nos permite sempre brincar um bocadinho.
No caso do principal entrevistado da presente edição, e dos dois mundos que referi, parece-me bastante saudável a relação que existe entre a política e a «vida real», como o próprio diz a certa altura. Sempre me repugnou o habitual trajecto de via única desde os gabinetes ministeriais até às administrações de grandes empresas, sem que se encontre uma justificação que faça sentido para que tal aconteça.
Já agora, numa reportagem que este mês publicamos, o jurista Carlos Perdigão aborda de certa forma este problema, quando afirma que «é necessário que as operações que envolvem as pessoas nas organizações sejam credíveis», coisa que «na maior parte das nossas empresas está muito longe de suceder». Porque aí, muitas vezes, como assinala, a opção é «pelo manobrismo fácil, pelo clientelismo tentacular ou por um sem número de práticas avulsas que inquinam de forma impiedosa as relações interpessoais e explicam uma boa parte da baixa produtividade.» E «ao lado de processos kafkianos de recrutamento e selecção (provas, entrevistas, testes psicotécnicos, avaliações curriculares detalhadas, mais provas, mais entrevistas, etc, etc) há quem entre com uma simples palmada nas costas sem que lhe seja exigida qualquer credencial», e existem «casos em que, a par de remunerações chorudas para indivíduos de prestações vulgares de Lineu, se arbitram compensações quase simbólicas a quadros de valia e prestação incomparavelmente superiores». Tudo porque «neste domínio ainda existe muito a compensação pelo cargo em detrimento da compensação pelo mérito» além de que «a mediocridade no topo das organizações, para se poder sobreviver, fulmina tudo o que de bom exista em seu redor». Como conclui Carlos Perdigão, «nada que o Dilbert não tenha já explicado de forma incontestável».
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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Revista «human» de Fevereiro

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Nas bancas a partir de hoje. É o número 14, de Fevereiro de 2010. Mais informações sobre a edição aqui. Deixo a seguir o meu editorial…
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Responsabilidade social
Desde o início deste projecto que a responsabilidade social das organizações tem vindo a suscitar a nossa atenção. Ao longo dos primeiros números da «human», várias foram as empresas – assim como outras instituições – às quais dedicámos trabalhos de alguma forma relativos a este tema. Com plena justificação, acreditamos. Essa convicção foi sempre tão forte que para 2010 resolvemos que a responsabilidade social teria na revista ainda maior destaque, com a sua própria secção. Na primeira edição do ano, abrimos essa secção com um caso do Grupo Luís Simões, escolhido de entre vários que identificámos. Desta vez, a nossa escolha recaiu sobre a IKEA, nomeadamente sobre a sua presença no nosso país e sobre aquilo que são as grandes linhas orientadoras da sua responsabilidade social, perante os próprios colaboradores e também perante a comunidade.
É a responsabilidade social na IKEA que faz a nossa capa deste mês de Fevereiro, com a directora de recursos humanos da empresa em Portugal, Catarina Tendeiro. Quando no dia-a-dia, tantas vezes, nos confrontamos com instituições que têm práticas que mostram um alheamento da sociedade, até das suas próprias pessoas, ou com instituições absolutamente irresponsáveis em termos sociais, é bom ver casos como este da multinacional sueca, que vale mesmo a pena conhecer.
Depois, os outros temas da edição, que é marcada sobretudo pela diversidade. O empreendedorismo, com uma entrevista ao responsável por um projecto extremamente mobilizador da autarquia de Cascais; o coaching, com diversas perspectivas de especialistas, portugueses e de outros países, sobre os caminhos que está a seguir; os softwares de gestão de recursos humanos, ilustrados com casos concretos de aplicação em empresas e noutro tipo de instituições; o «dia na empresa», desta vez com a visita a um atelier de arquitectura criado por quatro jovens de carreiras bem promissoras. Além das secções habituais, dos espaços de opinião que mês a mês apresentamos. Uma edição que gostámos verdadeiramente de fazer.
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quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Revista «human» de Janeiro

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Nas bancas a partir de hoje. É o número 13, de Janeiro de 2010. Mais informações sobre a edição aqui. Deixo a seguir o meu editorial…
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Um novo ano
Começamos com este número da «human» um novo ano, o segundo do projecto editorial da Just Media para o universo dos recursos humanos e da gestão. E começamos regressando ao alinhamento habitual, depois de em Dezembro passado termos feito a nossa edição especial de 2009. Nesse alinhamento, contudo, introduzimos duas novidades, uma coluna de opinião sobre o tema do coaching (inaugurada por Ana Karina Milheiros, que preside a uma associação de profissionais da área) e uma secção sobre responsabilidade social (em que o primeiro artigo apresenta o exemplo do Grupo Luís Simões, com um projecto que visa reduzir o impacto ambiental da sua frota de camiões).
Uma curiosidade: o tema de capa (como uma empresa procura envolver os seus colaboradores, no caso a Vodafone Portugal), no arranque deste novo ano tem algumas semelhanças com a escolha que fizemos no início de 2009, no lançamento do projecto da «human»; na altura, destacámos também uma instituição de referência, o Banco Santander Totta, e o enfoque foi na valorização das pessoas, algo que nos pareceu ser aí uma realidade. Outra curiosidade: para ambos os casos entrevistámos a responsável pelos recursos humanos, agora Cecília João Bom, há 12 meses Isabel Viegas (duas das mais prestigiadas profissionais da área no nosso país); isto para além de também em ambos os casos termos tido a colaboração dos respectivos presidentes, Nuno Amado e António Coimbra.
Não se fica obviamente por aqui a edição. Liderança (com uma reportagem sobre o que nesse campo se pode aprender com os cavalos), recrutamento e selecção (com as perspectivas de especialistas sobre a actividade este ano) ou a forma como as empresas podem ajudar os colaboradores a realizar os seus sonhos (com um caso bem feliz, da Altitude Software) são alguns exemplos dos trabalhos que preparámos. Mas há outros, para que este possa ser um mês de boas leituras.
Votos de um excelente 2010!

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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Revista «human» de Dezembro

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Nas bancas a partir de hoje. É a edição Premium, que assinala o primeiro aniversário do projecto. Mais informações sobre a edição aqui. Deixo a seguir o meu editorial…
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Um ano
Com este número 12, a revista «human» completa o primeiro ano de vida. Fazendo parte de um projecto mais vasto para o mundo dos recursos humanos e da gestão, é agora uma aposta ganha, por tudo aquilo que ao longo de 2009 fomos construindo; nós próprios – as pessoas mais directamente ligadas ao projecto –, mas também tantas outras pessoas, dos mais variados quadrantes. O que sentimos, mês após mês, foi um permanente apoio, e é esse apoio que agora agradecemos. Leitores, anunciantes, colaboradores, assinantes, parceiros, tanta gente que nos tem ajudado a levar em frente este projecto, sempre com uma enorme naturalidade.
Este número é especial. A nossa edição «Premium» do nosso primeiro ano. Saindo do alinhamento habitual, o que apresentamos são 36 perspectivas portuguesas sobre a gestão das pessoas nas organizações, que dividimos em diversas áreas. Não se trata de uma escolha exaustiva, procurando abarcar todas as áreas que possam incluir-se num campo tão vasto como o da gestão das pessoas. Escolhemos apenas algumas, às quais pela sua importância fomos dando atenção ao longo do ano. São as seguintes: Consultoria, Recrutamento e Selecção, Formação, Coaching, Trabalho Temporário, Tecnologias de Informação, Saúde e Segurança no Trabalho e ainda Planos de Pensões. No caso das últimas duas, aparecem juntas, com uma abertura única, pelo facto de publicarmos apenas dois contributos para cada, e também por alguma ligação que vemos entre ambas; ou melhor, entre a ideia de prevenção das condições em que o trabalho é desenvolvido e a ideia de prevenir o futuro (no sentido de assegurar que na reforma as pessoas possam ter condições financeiras que lhes permitam manter o nível de vida conhecido ao longo da sua carreira profissional).
Na edição de Janeiro, voltaremos ao formato habitual.
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quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Revista «human» de Novembro

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Nas bancas a partir de hoje. Na capa, Margarida Pinto Correia, a mulher que lidera a Fundação do Gil. Mais informações sobre a edição aqui. Deixo a seguir o meu editorial…
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Uma edição do Gil
«Na área em que trabalhamos, temos que aprender a gerir-nos emocionalmente e a apoiar-nos muito, senão não funciona. Tem que haver uma gestão empresarial hiper racional, mas o lado humano não pode nunca ser descurado.» Se eu lesse estas duas frases sem saber de quem eram, tenho quase a certeza de que não as associaria ao típico gestor de empresas de repente rendido às questões da inteligência emocional tão em voga desde há uns anos. E tudo porque noto pelo uso de algumas palavras – até pelo tom que transparece da sua ordenação – uma genuinidade que não é habitual nos discursos do mundo das empresas, quer se trate destas questões, quer das de responsabilidade social, transparência ou ética, por exemplo.
A verdade é que as duas frases não são de ninguém das empresas, mas sim de Margarida Pinto Correia, a administradora executiva da Fundação do Gil, que para esta edição da «human» nos concedeu uma entrevista fascinante, sobre algo igualmente fascinante, mais fascinante até, obviamente. O projecto que lidera, a Fundação do Gil, que visa contribuir para o bem-estar, a valorização e a integração social das crianças que estão por períodos prolongados internadas em hospitais. Para este projecto, para cumprir os seus objectivos – os de tantas crianças –, não é fácil conseguir viabilidade, e é aí que está a luta de Margarida Pinto Correia. Uma luta para conseguir sempre mais apoios, de pessoas, de empresas, tanto que a certa altura confessa: «Sempre que conhecemos alguém, pensamos logo como é que essa pessoa nos pode ajudar.» Nem que se trate de José Mourinho, ou de Cristiano Ronaldo… «O Cristiano Ronaldo deu-nos o dinheiro que recebeu da multa da Impala por esta ter fotografado o interior da sua casa. Já andávamos a namorá-lo para ele ser o nosso padrinho na Madeira.»
Na edição há outros destaques: um caso da YDreams, ligado ao desenvolvimento de carreiras; trabalhos sobre os desafios das empresas num cenário de pandemia como o da Gripe A ou sobre contact centers (a propósito da realização este mês, em Lisboa, do «Call Center & CRM Solutions 2009»); ou ainda uma reportagem sobre o tema do assessment.
Mas eu prefiro dizer que esta é uma edição do Gil.
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segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Um bocadinho

Um bocadinho da capa da revista «human» de Novembro, nas bancas a partir de quarta-feira. Amanhã à noite ponho aqui a capa completa e o meu editorial.
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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Revista «human» de Outubro

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Nas bancas a partir de hoje, 30.09. Na capa, Miguel Júdice, António Quina e Manuel Forjaz. Mais informações sobre a edição aqui. Deixo a seguir o meu editorial…
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Empreendedorismo e responsabilidade social
Empreendedorismo e responsabilidade social são dois dos temas em destaque nesta edição. Onde também falamos de planos de pensões (vistos como ferramenta de gestão de recursos humanos), damos a conhecer o Holmes Place – com a ajuda de Maria Bartolomeu, da respectiva academia de formação – e mostramos um projecto de mudança na gestão das pessoas da instituição que gere os aeroportos da Madeira e de Porto Santo.
No caso da responsabilidade social, são cinco os casos que escolhemos, da Sonae, da Novabase, da ROFF, da Liberty Seguros e da Fundação EDP. Instituições que ajudam na compra de equipamento médico para serviços pediátricos de oncologia, promovem a vinda de crianças de Chernobyl a Portugal ou apoiam o ensino de inglês e tecnologias de informação aos mais jovens. Entre outros projectos, todos eles capazes de as tornarem mais socialmente responsáveis. Ainda no âmbito da responsabilidade social, uma nota para a entrevista com Margarida Segard, que coordena uma rede que tem como objectivo promover aquilo que denomina como «uma nova cultura de responsabilidade social», rede que em cerca de um ano já conta, além das 14 entidades fundadoras, com mais quase duas centenas, sendo que o número não pára de crescer.
Quanto ao empreendedorismo, que faz a capa da edição, o que decidimos fazer foi entrevistar alguns protagonistas de projectos empresariais de sucesso, com relevância em Portugal. E eles falam de um país onde «o ambiente para os empreendedores é péssimo» e «ainda há muito para fazer ao nível da ‘simplexização’ da economia». Mas também dizem, por exemplo, que «aos empreendedores de raça, nada os faz parar» e que «há força suficiente para enfrentar os medos, empreender e inovar». Manuel Forjaz, António Quina e Miguel Júdice em discurso directo.

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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Revista «human» de Setembro

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Nas bancas a partir de hoje, 27.08. Na capa, os responsáveis por um projecto de mudança na gestão de recursos humanos do Benfica. Mais informações sobre a edição aqui. Deixo a seguir o meu editorial…
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Gestão RH também no desporto
Nos últimos anos o desporto tem servido de exemplo para as empresas, que nele encontram ensinamentos para as suas pessoas e as suas equipas. Veja-se uma das entrevistas desta edição, com um professor do Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA), a propósito de uma pós-graduação denominada «Treino de Liderança e Desenvolvimento de Equipas». A certa altura, pode ler-se: «Cada vez mais as empresas recorrem a conhecimentos de especialistas da área desportiva – técnicos, atletas ou consultores –, porque reconhecem que estes agentes possuem um leque de competências e de conhecimentos que podem ser transpostos para o contexto empresarial.»
É realmente o que tem vindo a acontecer. Mas o contrário também, com o mundo das empresas a fornecer ao do desporto muito do seu conhecimento. No caso dos clubes de futebol, com a profissionalização crescente das suas estruturas, isso tem sido bem evidente.
Nesta edição, o principal destaque vai para um desses casos, em que a gestão – e em particular a gestão de recursos humanos – entra no universo de um clube de futebol, anda por cima um dos de topo em Portugal, o Benfica. Através de uma entrevista com a directora de recursos humanos, Luísa Ramos, e de um texto do consultor João Ferreira Bogalho, é possível ficar a conhecer as mudanças que nos últimos quatro anos têm vindo a acontecer no clube da águia, ou melhor, no Grupo Benfica, que actualmente é constituído por várias empresas: o Sport Lisboa e Benfica, a Sport Lisboa e Benfica – Futebol SAD, a Benfica Estádio, a Benfica TV, a Clínica do Benfica e a Benfica Seguros, além da recente Fundação Benfica. Mudanças tendo em vista chegar a uma gestão estratégica das pessoas de todo este universo, Tomando sempre em conta, é claro, a sua especificidade. Porque, como afirma Luísa Ramos, «o ambiente emotivo que se vive diariamente num clube como o Benfica condiciona estratégias, tomadas de decisão e estados de espírito».

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sexta-feira, 24 de julho de 2009

Revista «human» de Agosto

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Nas bancas a partir desta sexta-feira, 24. Na capa, a directora da SIC Mulher, Sofia Carvalho. Mais informações sobre a edição aqui. Deixo a seguir o meu editorial…
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Clichés, o inglês, as férias
Se algo me surpreendeu na entrevista de Sofia Carvalho, a directora do canal televisivo «SIC Mulher», que publicamos nesta edição, foi a recusa de clichés como por exemplo «gestão no feminino». A certa altura ela diz: «As características de liderança não estão relacionadas com o sexo, mas sim com pessoas. Já encontrei homens muito emocionais e reconheço uma grande racionalidade nas mulheres que lideram. A questão de os homens serem mais racionais nas decisões e as mulheres mais emocionais é, na minha opinião, um mito.» Nunca tinha pensado muito nisto, mas mesmo assim o assunto já me passou pela cabeça várias vezes, ao ler afirmações sempre em sentido contrário. É frequente no mundo da gestão. Por isso a surpresa de agora dar com uma opinião bem diferente de toda essa corrente. Talvez um dia eu venha a pensar a sério no assunto, mas mesmo assim não me parece que vá chegar a conclusões definitivas.
Foi a figura de Sofia Carvalho que puxámos para a capa desta edição, a de Agosto, que é um bocadinho mais curta mas mesmo assim mantém a maior parte das secções habituais. Outros destaques são os temas do outplacement e do executive search, denominações em inglês que vejo sempre com alguma desconfiança mas que não me atrevo a substituir por uma tradução, de tão disseminadas que estão assim. Como os clichés de que falava no início, também o inglês se apoderou de muito do vocabulário do mundo da gestão e das empresas.
É a edição do mês que associamos a férias. Até por isso acabámos por decidir colocar nos habituais «múltiplos olhares» uma pergunta sobre se faz sentido que as empresas, e até o próprio país, quase parem em Agosto. Na próxima edição voltaremos à dimensão habitual.

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segunda-feira, 29 de junho de 2009

Revista «human» de Julho

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Nas bancas a partir desta segunda-feira, 29. Na capa, o líder da CGTP, Manuel Carvalho da Silva. Mais informações sobre a edição aqui. Deixo a seguir o meu editorial…
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20 mil caracteres
O título deste editorial poderia muito bem ter sido inspirado em «Vinte Mil Léguas Submarinas», um dos célebres romances de Jules Verne, o inesquecível escritor francês que por cá sempre foi apresentado como Júlio Verne.
Mas não, o título não resulta de uma inspiração mas sim de uma frustração. De caracteres. Cerca de 20 mil, 20 mil caracteres de frustração. Explico melhor… Fui eu que fiz a entrevista a Manuel Carvalho da Silva, que resolvemos escolher como figura de capa. Uma conversa relativamente longa, interessante, muito interessante, pelas respostas do líder sindical, muito mais, obviamente, do que pelas perguntas que eu lhe ia fazendo. Mas depois, tirada a entrevista do gravador, uma coisa de que eu já suspeitava, os caracteres, muitos, perto de 37 mil, e eu que não queria cortar nada. Mas nestas coisas dos caracteres as pessoas da paginação mandam muito mais do que os directores. Foi da paginação que veio o veredicto: 17 mil caracteres, nem mais um.
Eu nem disse quantos tinha. Lá me meti nos cortes, sem saber bem por onde começar, por onde prosseguir depois, por onde devia acabar. Perguntas e mais perguntas, respostas e mais respostas. Uma frustração, ou antes, 20 mil caracteres de frustração, de uma enorme frustração. E lá ficaram os 17 mil caracteres.
Talvez um destes dias coloque a entrevista, na íntegra, na Internet, já livre dos constrangimentos das páginas de uma revista. Se acabar por fazê-lo, como agora é de uso em tantas publicações, sobretudo aquelas a que se convencionou chamar «de referência», farei certamente um aviso aqui neste espaço.
De qualquer forma, mesmo só com os 17 mil caracteres que resistiram aos cortes, a entrevista vale bem a pena. É o mundo do trabalho visto por aquele que é talvez o rosto mais conhecido do movimento sindical no nosso país. Esse mundo, tendo o ambiente de crise e de desregulação como pano de fundo. Desregulação, termo usado pelo próprio Manuel Carvalho da Silva, que no final da entrevista falou em descalabro, o dessa desregulação, um descalabro que, segundo ele, já se tornou muito evidente.
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segunda-feira, 25 de maio de 2009

Revista «human» de Junho

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Nas bancas a partir desta terça-feira, dia 26. Na capa, o líder da YDreams, António Câmara, entrevistado a propósito de um livro que acaba de publicar, «Voando com os Pés na Terra». Mais informações sobre a edição aqui. Deixo a seguir o meu editorial…
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O luxo de voar
António Câmara, o líder da YDreams, publicou por estes dias um livro com as crónicas que nos últimos anos foi escrevendo para jornais e revistas. É uma edição da Bertrand, com o título «Voando com os Pés na Terra». É ele o entrevistado principal deste número da «human», e logo na primeira resposta que nos deu diz que se pudesse escolher preferia que o título fosse apenas «Voando». O título não seria tão bom, obviamente, mas ele explica: «Nos últimos 10 anos, em que tenho estado à frente da YDreams, percebi que é preciso ter algum realismo. Em Portugal o realismo está muito associado à ideia de ter os pés na terra, é um realismo miserabilista, e por isso sempre me irritou, e irrita. Mas é preciso uma combinação entre o voar e os pés na terra, Cheguei a esse compromisso na minha filosofia de vida. Se pudesse ter esse luxo, só voava.»
Se não concordo com a ideia de alteração no título do livro, já com a explicação não posso deixar de concordar. Eu se pudesse também só voava e talvez então nem sequer me lembrasse de que isso poderia ser um luxo. O luxo de voar. Talvez esta expressão também desse para título do livro. Porque o seu autor, mesmo com os pés na terra, mesmo assim voa. Para longe, para muito longe, como se depreende a cada momento na entrevista, cuja leitura é imperdível. Não fora essa capacidade de voar e decerto não conseguiria ver o futuro de uma forma tão clara que lhe permite comentá-lo com o à-vontade com que um historiador discorre sobre o passado. Por isso colocámos na capa desta edição, junto ao nome de António Câmara, o título «um olhar sobre o futuro».
E em relação ao futuro, não avançando muito, indo apenas até 2015, quando a «human» já tiver passado do número 80, o nosso país será «o local mais vibrante para viver, estudar e trabalhar no continente europeu». É o que António Câmara escreve no livro, na página 122. António Câmara, um «optimista incorrigível», como se classifica. Eu não me considero tão optimista, nem tão incorrigível, mas enquanto lia a entrevista senti-me tentado a acreditar que o nosso país, um dia, não sei se um dos de 2015, poderá ser mesmo o local mais vibrante da Europa. Um líder inspirador, é o que me parece ser António Câmara. Com tantos maus exemplos nos líderes de cá, este caso do autor de «Voando com os Pés na Terra» não pode deixar de ser considerado um luxo. Talvez tanto como o luxo de voar.

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quarta-feira, 22 de abril de 2009

Revista «human» de Maio

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Nas bancas a partir da próxima sexta-feira, dia 24. Mais informações sobre a edição aqui, também a partir da próxima sexta-feira. Deixo a seguir os destaques que escolhi para o texto do tema de capa:
- Para Amândio da Fonseca, Carlos Queiroz «é seguramente um homem intelectual e moralmente honesto, um técnico competente», mas «sobretudo é – ele mesmo, como todos nós – vítima de um casting imperfeito e de um recrutamento incompetente».
- Arménio Rego deixa uma pergunta: «Algum de nós imagina o guarda-redes Ricardo, na presença de Carlos Queiroz, a tirar as luvas antes de defender uma grande penalidade?»
- «A liderança de Carlos Queiroz demonstra ser mais eficaz com jogadores jovens, em início de carreira, conseguindo orientá-los no sentido da potenciação das suas capacidades», defende Paula Campos.
- «A Queiroz cola-se a imagem do professor, tão malquista na sociedade portuguesa, em particular nos meios sociais menos elevados, como é o caso do futebol», diz José Coelho Martins. «A ideia é a de que o professor existe para ser desrespeitado e contestado. Já o sargento é para respeitar e dele ter receio, caso contrário alguma pena será aplicada.»
- «São pessoas com um estilo comportamental muito distinto», assinala Mário Henriques. «Scolari é um líder brilho-no-olho. Queiroz é uma pessoa mais orientada para a tarefa.»
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quinta-feira, 26 de março de 2009

Revista «human» de Abril

Mais informações sobre a edição aqui.
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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Revista «human» de Março

Capa da revista «human» de Março. Mais informações aqui.
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terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Revista «human» – edição de Fevereiro

Número dois da revista «human», edição de Fevereiro de 2009. Nas bancas já esta quarta-feira, dia 28. (clicar na imagem para aumentar)
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segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Primeira capa

Capa do primeiro número da revista «human», à venda a partir de hoje. É a edição de Janeiro de 2009. Informações sobre a revista, aqui.
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