
O pequeno ouriço-cacheiro que
há umas noites fotografei em cima da mesa de trabalho e que depois,
uma tarde, voltou e esteve a brincar com o meu filho no relvado... Há pouco – uns dez minutos –, por acaso, vi através de uma das janelas que estava a comer a comida dos gatos. Fui buscar a máquina fotográfica e a lanterna e esperei que acabasse. Quando se meteu a caminho do montado, saí de casa e fui até perto dele. Não se enrolou; limitou-se a parar, como acreditasse que não corria perigo. Por isso consegui apanhar-lhe a cara nas fotografias que tirei, ou o focinho… Não, a cara, prefiro dizer a cara. Fiquei com a ideia de que ele vai voltar mais vezes.
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