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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Jihad cultural

A «jihad cultural», por Fernando Sobral, no «Corta-fitas», aqui... «O que o Governo está a fuzilar é o pensamento crítico, a possibilidade de questionar. No fundo a alma crítica de uma nação. Algo que não interessa à sociedade deslavada, tecnológica e de "design" puro que o sr. Sócrates está a tentar impor.»

domingo, 10 de fevereiro de 2008

A ética pública

Notável a intervenção inicial de Daniel Oliveira na edição deste fim-de-semana do programa «O Eixo do Mal». Uma explicação muito clara sobre a «ética pública» de José Sócrates, que considerou estar abaixo do mínimo que se exige para um cargo como o de primeiro-ministro.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Fazer trafulha

Ver aqui e aqui, duas boas análises sobre as últimas de José Sócrates.

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Boa pergunta

Paulo Pinto de Mascarenhas, no «Atlântico»… «Os projectos de José Sócrates. Vale a pena ver as obras assinadas pelo primeiro-ministro. É caso para se perguntar o que é pior: ser mesmo o autor daquelas 'remodelações' ou ter assinado por outros?»

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

As obras do engenheiro

Ver aqui, 23 obras sempre com projecto assinado por José Sócrates. Desconheço se algumas foram premiadas, mas desconfio de que não.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

É o que dá uma pessoa afastar-se

Um dia afastado do blog e de tudo o resto e José Sócrates, assim sem mais nem menos, remodela o governo. Cultura e educação… A troca da ministra da Cultura, mesmo tratando-se de certa forma da minha área, tanto se me dá, até com a troca a ter sido por um advogado. Já a de Correia de Campos – como escrevi aqui há uns dias, uma pessoa absolutamente execrável – só pode ser vista com bons olhos; quanto à nova ministra, Ana Jorge, tive alguns contactos profissionais com ela em finais da década de 90 e a ideia com que fiquei é de se trata de uma pessoa serena e conhecedora da área – vamos a ver o que faz, num sector que apesar dos rankings que por vezes se mostram (Portugal no décimo segundo lugar em termos mundiais ao nível dos serviços de saúde, por exemplo) só nos pode deixar envergonhados (Correia de Campos ria-se, mas isso não era de admirar, pelos comportamentos que se lhe conhecem desde há muitos anos).

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

«Por qué no te callas?»

Já falei disto e volto agora a falar. É mesmo de acompanhar, no blog «Corta-fitas», a série «Por qué no te callas?», protagonizada por José Sócrates. Da autoria de Pedro Correia.

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Boa ideia

Boa ideia a de Pedro Correia no blog «Corta-fitas» com a série «Por qué no te callas?», protagonizada por José Sócrates. Quer dizer, ainda só vi dois posts, pode não ser uma série, mas pelo que se conhece de Sócrates de certeza que vai dar para fazer mesmo uma série, e bem longa.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Sócrates e Barroso, uma semelhança

Os debates parlamentares têm mostrado uma semelhança entre José Sócrates e Durão Barroso no cargo de primeiro-ministro. Não falo daquilo de não cumprir promessas (como por exemplo Sócrates tem sido acusado, chegando mesmo um deputado comunista a dizer que se ele fosse rei e tivesse um cognome seria «José Sócrates, o quebra-promessas»; Sócrates que há uns anos escreveu um longo artigo num jornal, sobre Durão Barroso, e escolheu para título, imagine-se, «O apagador de promessas»). Mas não é de promessas, ou antes, de faltar ao prometido, que vem a semelhança. É de outra coisa, da relação com os deputados do Partido «Os Verdes», eleitos nas listas do Partido Comunista. Durão Barroso desconsiderava-os completamente, lembrando em cada intervenção de resposta a algum deles que a sua (deles) presença no parlamento era algo muito duvidoso, pela forma como a eleição teria sido conseguida. Sócrates, agora, também desconsidera os deputados verdes, mas de outra maneira; enquanto em intervenções de resposta a deputados de outros partidos começa com «senhor presidente, senhores deputados, senhor deputado fulano», quando se trata de um deputado verde limita-se a «senhor presidente, senhores deputados», e depois faz a intervenção (ignorando a interpelação anterior). Na volta é uma coincidência. Mas Barroso, se assistir na televisão, talvez acabe por também dizer «porreiro, pá» de cada vez que Sócrates ignorar um verde.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

«Não sei se Sócrates é fascista.»

António Barreto, ontem, no «Público».

«(…) A vida portuguesa oferece exemplos todos os dias. A nova lei do controlo do tráfego telefónico permite escutar e guardar os dados técnicos (origem e destino) de todos os telefonemas. Os novos modelos de bilhete de identidade e de carta de condução, com acumulação de dados pessoais e registos históricos, são meios intrusivos. A vídeo-vigilância, sem limites de situações, de espaços e de tempo, é um claro abuso. A repressão e as represálias exercidas sobre funcionários são já publicamente conhecidas e geralmente temidas. A politização dos serviços de informação e a sua dependência directa da Presidência do Conselho de Ministros revela as intenções e os apetites do primeiro-ministro. A interdição de partidos com menos de 5.000 militantes inscritos e a necessidade de os partidos enviarem ao Estado a lista nominal dos seus membros é um acto de prepotência./ A pesada mão do Governo agiu na Caixa Geral de Depósitos e no Banco Comercial Português com intuitos evidentes de submeter essas empresas e de, através delas, condicionar os capitalistas, obrigando-os a gestos amistosos. A retirada dos nomes dos santos de centenas de escolas (e quem sabe se também, depois, de instituições, cidades e localidades) é um acto ridículo de fundamentalismo intolerante. As interferências do Governo nos serviços de rádio e televisão, públicos ou privados, assim como na ‘comunicação social’ em geral, sucedem-se. A legislação sobre a segurança alimentar e a actuação da ASAE ultrapassaram todos os limites imagináveis da decência e do respeito pelas pessoas. A lei contra o tabaco está destituída de qualquer equilíbrio e reduz a liberdade./ Não sei se Sócrates é fascista. Não me parece, mas, sinceramente, não sei. De qualquer modo, o importante não está aí. O que ele não suporta é a independência dos outros, das pessoas, das organizações, das empresas ou das instituições. Não tolera ser contrariado, nem admite que se pense de modo diferente daquele que organizou com as suas poderosas agências de intoxicação a que chama de comunicação. No seu ideal de vida, todos seriam submetidos ao Regime Disciplinar da Função Pública, revisto e reforçado pelo seu Governo. O primeiro-ministro José Sócrates é a mais séria ameaça contra a liberdade, contra a autonomia das iniciativas privadas e contra a independência pessoal que Portugal conheceu nas últimas três décadas. Temos de reconhecer: tão inquietante quanto esta tendência insaciável para o despotismo e a concentração de poder é a falta de reacção dos cidadãos. A passividade de tanta gente. Será anestesia? Resignação? Acordo? Só se for medo...»

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Pergunta discreta

Uma mulher de 85 anos morreu depois de quatro horas de espera nas urgências do Hospital de Aveiro. E se a Polícia Judiciária interrogasse o ministro da Saúde e o primeiro-ministro por causa desta morte?

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Eu ia escrever sobre a entrevista…

Ia escrever sobre a entrevista do primeiro-ministro ao «Expresso», a parecer de encomenda como uma manhosa que o «Sol» publicou em tempos. Mas não vale a pena; eu não andaria muito longe do que escreveu Pedro Correia aqui (post «O homem perfeito», ilustrado com uma foto do Super-homem; uma de Salazar, aí da década de 40 do século passado, também não ficava mal).

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Pergunta discreta

José Sócrates recebe hoje o sujeito que aparece na foto ao lado. Irá pedir-lhe que lhe dê algumas lições sobre ditadura?

sábado, 17 de novembro de 2007

Figuras de estilo

«Pela primeira vez há cinco milhões e duzentos mil empregados em Portugal, coisa que não acontecia há décadas.»
José Sócrates, primeiro-ministro de Portugal, 15.11.07

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

sexta-feira, 6 de julho de 2007

Vale a pena

Vale a pena ler o artigo de Baptista Bastos de hoje no «Jornal de Negócios». E o de Sexta-feira passada a mesma coisa. São duas peças notáveis sobre o actual estado (sujo, bastante sujo) da governação em Portugal.

sábado, 30 de junho de 2007

Vasco Pulido Valente, hoje no «Público»

Vasco Pulido Valente, hoje no «Público», sobre o caso lamentável (mais um) de Vieira do Minho… «A moral da história é simples: o PS, que os portugueses se habituaram a ver como o defensor da liberdade e da democracia, não passa hoje de um partido intolerante e persecutório, que age por denúncia (aqui como na DREN) e tem uma rede potencial de esbirros, pronta a punir e a liquidar qualquer português por puro delito de opinião. Pior ainda, personagens como Correia de Campos colaboram pessoalmente nesta lamentável empresa de intimidação. Não admira. Nem o eng. Sócrates nem o dr. Cavaco manifestamente compreendem que a repressão da dissidência e da crítica começa a corromper o regime e torna inevitável o futuro ‘saneamento’ dos ‘saneadores’. O silêncio de cima encoraja o miserável trabalho de baixo. Em Portugal, a colaboração do Estado com os pequenos pides do PS já não é uma vergonha.»
Cavaco metido ao barulho é uma novidade. Mas Vasco Pulido Valente até poderá ter razão ao metê-lo (e tem, seguramente, no resto, até naquilo dos «pequenos pides», a que eventualmente poderia chamar «pequenos bufos», por uma questão de exactidão); ele, Cavaco, com o perfil que se lhe conhece, não me parece que esteja muito incomodado com este estado de coisas. Vamos a ver se contraria esta impressão…

quarta-feira, 27 de junho de 2007

Santana apresenta

Pedro Santana Lopes esteve fantástico a fazer a apresentação do livro de Joel Neto de que falo ali abaixo. Tenho de confessar aqui que durante a sessão (ontem ao fim da tarde) pensei numa coisa; uma interrogação… Como seria a apresentação do livro feita por José Sócrates, Durão Barroso, António Guterres ou até Cavaco Silva? – sim, pode-se recuar até aos tempos de Cavaco primeiro-ministro.