É a ideia com que fico depois da saída da selecção nacional do mundial da África do Sul. Carlos Queiroz, uma vez mais, ficou muito aquém do que o cargo que desempenha exige. Desorganizado e péssimo comunicador (duas características que estava longe de imaginar para ele), voltou a revelar um grande desconhecimento em relação ao futebol e uma confrangedora capacidade de liderança. Mostrou ao mundo uma imagem errada do futebol português, que podia ser conhecido por tudo menos por ser ultra-defensivo e desprovido de criatividade. E conduziu de forma absolutamente incompetente o jogo em que a Espanha nos eliminou; um exemplo, o principal, foi a despropositada substituição que pouco antes do golo espanhol acabou com o jogo de Portugal (lembrei-me de um episódio de há pouco mais de 16 anos, quando o Sporting com ele a treinador perdeu um campeonato em Alvalade, nos seis a três com o Benfica, com a célebre substituição do defesa esquerdo Paulo Torres ao intervalo)..
