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quinta-feira, 1 de julho de 2010

Portagem, quem sabe…

«A crise chegou em força aos dinheiros da cultura.» Li esta frase várias vezes nos últimos dias. Em não sei quantos sítios. Os dinheiros, já se vê, são os do Estado, ou antes, os nossos (mesmo que de nossos na prática tenham muito pouco). Agora, com mais este tentáculo da crise, nem sei o que me espera. Como a minha bolsa de criação literária é zero (sempre foi zero) e não pode ser mais reduzida, quem sabe se não quererão obrigar-me a pagar portagem a cada mil caracteres que escreva, ou cinco mil, nem sei. A minha esperança é de que como aqui não há rede de telemóvel provavelmente será impossível que o chipe, ou lá como se escreve em inglês técnico, não funcione. A menos que me obriguem a fazer carregamentos no multibanco. Ou então… Bom, o melhor é não dar mais ideias aos assaltantes.
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segunda-feira, 30 de março de 2009

Cultura municipal

Espreitando o blog de Manuel Jorge Marmelo, por onde passo habitualmente, dou de caras com isto; faz-me lembrar disto.
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quarta-feira, 11 de junho de 2008

O «DN Jovem»

A história de um projecto extraordinário, o inesquecível «DN Jovem», do Manuel Dias, pode ser lida aqui; um texto da jornalista Helena de Sousa Freitas, na revista «JJ», do Clube de Jornalistas. Sem esse projecto, não sei o que teria sido de mim como escritor, nem sei se teria alguma vez publicado, ou até escrito, um livro que fosse. O projecto nasceu há 25 anos. Há 20 escrevia eu por lá quase todas as semanas, coisas como esta...
(...)
O Senhor São Romão foi encontrado na Umbria, dentro de uma sementeira de favas. É um achado tão velho que até a mulher que o fez já morreu e agora ninguém se lembra de como se chamava ou de como era a sua figura. Diz o povo que a ela Deus se encarregou de lhe arranjar um lugar bom para a alma, e isso deve ser certo, porque os sacrifícios em favor do divino têm fama de vir a receber compensações depois da morte. O Céu, como apregoa o senhor abade Simão Agostinho, é só para quem o merece, e da mulher que um dia deu com o Senhor São Romão pode-se dizer à confiança que está nessa conta.
Sempre tem sido muito falado o que ela passou com o santo, depois de o ter trazido aqui para a igreja do Alferce e de o ter colocado no altar maior. Ele desapareceu em menos de nada, e isso foi uma coisa que deixou toda a gente de boca aberta e sem saber o que pensar. Mas passado um tempo a mulher voltou a encontrá-lo nas ditas favas e tudo voltou ao princípio. De novo o levou para a igreja, de novo ele fugiu, e assim foi de novo em novo até que um belo dia assilhou. Da igreja não mais saiu, descansou a mulher, comeram-se as favas e o povo orou.
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quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

segunda-feira, 30 de julho de 2007

Lição

Uma verdadeira lição sobre gestão cultural, aqui; Francisco José Viegas em entrevista ao «Correio da Manhã».