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quarta-feira, 28 de julho de 2010

«Tal qual te conheci»

Pedro Barroso fala do seu amigo e antigo colega Carlos Queiroz. Aqui.
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«As tuas equipas, Carlos, tornam-se um pouco aquilo que tu és. Se queres transmitir que não sofrer toques no gilet já é triunfo; se achas que defender, para não sofrer humilhação, é uma forma de vitória; se admites que é preferível empatar a zero a arriscar a estocada que nos expõe; se queres ganhar sem risco, através de alguma cartomancia ocasional; se preferes convocar 18 jogadores com características médio/ defensivas em cada 23, muito bem. Isso és tu. Tal qual te conheci.»
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quarta-feira, 30 de junho de 2010

Resumo do nosso mundial

É a ideia com que fico depois da saída da selecção nacional do mundial da África do Sul. Carlos Queiroz, uma vez mais, ficou muito aquém do que o cargo que desempenha exige. Desorganizado e péssimo comunicador (duas características que estava longe de imaginar para ele), voltou a revelar um grande desconhecimento em relação ao futebol e uma confrangedora capacidade de liderança. Mostrou ao mundo uma imagem errada do futebol português, que podia ser conhecido por tudo menos por ser ultra-defensivo e desprovido de criatividade. E conduziu de forma absolutamente incompetente o jogo em que a Espanha nos eliminou; um exemplo, o principal, foi a despropositada substituição que pouco antes do golo espanhol acabou com o jogo de Portugal (lembrei-me de um episódio de há pouco mais de 16 anos, quando o Sporting com ele a treinador perdeu um campeonato em Alvalade, nos seis a três com o Benfica, com a célebre substituição do defesa esquerdo Paulo Torres ao intervalo).
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quinta-feira, 16 de outubro de 2008

O jogo de ontem

Custa-me dizer isto, mas parece-me que Carlos Queiroz tem sido pouco profissional.
(clicar nas imagens para aumentar)

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

A decência

Gostei de ver ontem à noite a estreia da selecção nacional de Carlos Queiroz. Além do resultado, que até nem interessava por aí além, acho que as indicações foram boas, ou melhor, têm sido boas, sobretudo a postura mostrada pelo seleccionador, no que diz, no que faz, na forma como tenta encontrar soluções para os problemas. Comparando com os vergonhosos exemplos de Scolari nos últimos meses à frente da selecção, «decência» parece-me ser indiscutivelmente a palavra que pode definir este novo tempo.
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quarta-feira, 16 de julho de 2008

O seleccionador «non grato»

Foi apresentado hoje o novo seleccionador nacional. Em vez de Carlos Queiroz, por umas declarações de Gilberto Madaíl eu cheguei a colocar a hipótese de o escolhido vir a ser José Antonio Camacho; ainda bem que não foi, embora depois de Scolari qualquer coisa servisse (isto faz-me lembrar um título de primeira página de um jornal desportivo há muitos, muitos anos, a seguir à saída do Benfica de uma ave raríssima chamada Pal Csernai – «Depois do húngaro, qualquer coisa serve»). Em relação a Carlos Queiroz, estou com o meu amigo Luís Bento, quando escreve que «devemos dar o benefício da dúvida» à escolha. Quero de qualquer forma lembrar uma coisa: agora temos um seleccionador nacional que por via de um decreto presidencial completamente idiota é considerado «persona non grata» no meu clube.
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sexta-feira, 7 de março de 2008

Dirigentes de jeito

Carlos Queiroz em grande, ontem à noite, em Bolton, onde foi assistir ao jogo do Sporting; ver aqui. «Se vim observar algum jogador do Sporting? Não. Vim ver o jogo e alguns dirigentes. Se encontrar algum de jeito, levo-o.»