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segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Sol (2003-2012)

O Sol. Inesquecível. Quero acreditar que passeia por uma nuvem branca, como aquelas lá ao fundo, tranquilo, feliz, sempre pensativo.


quarta-feira, 28 de março de 2012

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Uma história

O cão cinzento

Foi logo de manhã, quando ia no carro; ultrapassei um ciclista e um cão cinzento. Pareceu-me estranho que o ciclista estivesse a passear o cão numa estrada cujo trânsito aconselha alguns cuidados. E também me pareceu estranho a ausência de capacete, não no cão, já se vê, mas no ciclista. Talvez por isso, pela ausência de capacete, ao fazer a dupla ultrapassagem tive a sensação de que se tratava de um conhecido político (o ciclista), e ainda por cima a revelar-se bem esforçado naquele momento. Pedalava com afinco, como se estivesse a terminar, nem sei, a escrita de um discurso, ou as contas de um orçamento de estado, ou umas papeladas para se reformar ao fim de dois anos de um instituto qualquer. O cão, uns metros atrás dele, fazia o que podia para conseguir acompanhá-lo.

Fui-os observando pelo espelho retrovisor, diminuindo um pouco a marcha do carro. Acabei por confirmar que era mesmo o conhecido político. E notei que o cão ladrava. Claro que eu não ouvia, por causa do barulho do rádio, mas dava para ver os movimentos da boca do cão no espelho retrovisor.

«Ladra de contente», foi o que pensei.

Uns segundos, não mais do que isso, até perceber como o cão tinha o focinho muito franzido. E que o político pedalava com afinco porque, afinal, fugia do cão. Alguma coisa ele teria feito ao cão, de certeza.

Ao fim nem de um quilómetro, o político meteu-se por uma estrada secundária, que começava do lado esquerdo. Uma manobra perigosíssima, e sem fazer sinal com o braço nem nada. Não sei por quê, travei. O cão, sempre a ladrar, foi apanhado de surpresa. Pelo desvio do político e pela minha travagem. Acabou por bater-me no carro, com estrondo. E ainda por cima era um cão grande.

Levei o carro para a berma e saí. Dei logo com o cão estendido no alcatrão. Já não ladrava, nem sequer tinha o focinho franzido. Mas estava de olhos abertos, e respirava. Aproximei-me devagar. Ele olhou para mim, parecendo querer ajuda. Achei estranho, pois se estava assim era por causa da minha travagem. Talvez devesse ladrar-me. E perseguir-me como fazia antes ao político ciclista. Mas não. Queria ajuda. Pedia-a com o olhar.

Agarrei-o junto às patas da frente, para levá-lo para a berma. Enquanto fazia isso, percebi que ele começava a levantar-se, tentando apoiar-se nas quatro patas. Já na berma, pareceu recuperado, mas ainda confuso, sem saber para aonde ir. Olhei para a estrada, num e noutro sentido. Não vinha nada. Então atravessei para o outro lado, batendo com as mãos nas pernas, um pouco acima dos joelhos. O cão percebeu e seguiu-me.

Quando cheguei à estrada secundária, apontei lá bem para o fundo, para onde o político em fuga não era mais do que um pequeno ponto de referência. O cão pareceu entusiasmar-se. Até que começou a correr, de forma atabalhoada. Ao fim de uns vinte ou trinta metros já dava para ver que recuperava o ritmo normal. A pancada não devia ser coisa séria. Até porque ele já ladrava outra vez. Desejei-lhe sorte e fui ver se o carro tinha alguma amolgadela. .

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Dois guardas

Ontem, aqui à porta de casa, o Sol e o Lito, de guarda.
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quarta-feira, 6 de agosto de 2008

O Sol no caminho

«(…) Caminante, son tus huellas/ el camino y nada más;/ caminante, no hay camino,/ se hace camino al andar.
Al andar se hace camino/ y al volver la vista atrás/ se ve la senda que nunca/ se ha de volver a pisar. (…)»
Antonio Machado (1875-1939)
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quarta-feira, 30 de julho de 2008

Caça às rãs

Há uns tempos; o Sol e a Lua a ver se apanhavam umas rãs no lago.
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domingo, 13 de julho de 2008

Atrás da espreguiçadeira do bebé

A Lua, de guarda, espreitando atrás da espreguiçadeira.
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terça-feira, 8 de julho de 2008

O lago

Domingo passado os cães saíram às nove da manhã para irem tomar banho no lago. Eu esperava que voltassem daí a bocado, um quarto de hora, vinte minutos, mas não, apareceram no monte já perto das cinco da tarde. Imagino que correram pelo menos meio Alentejo.
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domingo, 1 de junho de 2008

Dois amigos

Ontem, ao fim da tarde, por aqui.

quarta-feira, 26 de março de 2008

Quando ele era pequenino - 10

O Monge, a posar para a fotografia (finais de Janeiro de 2005).
Último post da série; início aqui.

segunda-feira, 24 de março de 2008

domingo, 23 de março de 2008

Quando ele era pequenino - 9

O Monge repreende um gato, perante o olhar atento do pai (primeiro dia de 2005).
Início da série aqui.

sábado, 22 de março de 2008

Quando ele era pequenino - 8

O Monge, com o pai, os dois a carregarem pauzinhos (meados de 2005).
Início da série aqui.

quinta-feira, 20 de março de 2008

Quando ele era pequenino - 7

O Monge, com a mãe e o pai, de regresso a casa (finais de Janeiro de 2005).
Início da série aqui.

terça-feira, 18 de março de 2008

Quando ele era pequenino - 6

O Monge, em corridas mais o pai e a mãe (primeiro dia de 2005).
Início da série aqui.

terça-feira, 11 de março de 2008

Quando ele era pequenino - 5

O Monge, a seguir uma pista (princípios de 2005).
Início da série aqui.

quinta-feira, 6 de março de 2008

Quando ele era pequenino - 4

O Monge, no montado, com os pais (princípios de 2005).
Início da série aqui.

terça-feira, 4 de março de 2008

Quando ele era pequenino - 3

O Monge, a correr mais o pai (princípios de 2005).
Início da série aqui.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Quando ele era pequenino - 2

O Monge, um pouco hesitante, enquanto os pais o chamam para nadar (princípios de 2005).
Início da série aqui.

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Quando ele era pequenino - 1

O Monge, a dormir à sombra das flores, em finais de 2004.
(primeiro post da série)