Quantos nomes de corruptos, inclusive do próprio Estado, gostaria António Marinho Pinto, o bastonário da Ordem dos Advogados, de poder dizer?
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terça-feira, 29 de janeiro de 2008
sábado, 26 de janeiro de 2008
Corrupção
Não é o filme inspirado naquele famoso livro, é isto. Grande novidade!... Mas no fim quem vai ficar mal é o bastonário da Ordem dos Advogados, mal ou pelo menos a falar sozinho; o bastonário que tanta gente já anda a queimar, como seria de esperar. Por mais que o procurador e aquelas comissões da Assembleia da República que agora estão na moda apareçam a promover inquéritos e audições, não vai dar em nada. Eu, da experiência que tenho em denunciar práticas de corrupção no Estado, não auguro bons resultados. As entidades a quem se recorre para denunciar situações fora-da-lei desculpam-se sempre com falta de meios, com fins de legislaturas («agora há que pensar no futuro, por isso o melhor é arquivar») ou então com uma coisa esquisita que se traduz na frase «é conveniente não mexer no caso». Mas a melhor que me aconteceu foi quando uma das entidades a que recorri confrontou mesmo o fora-da-lei, não sei se por milagre. Fê-lo por carta, exigindo que fosse posta em prática a solução para que as ilegalidades acabassem. A carta foi lida numa reunião onde eu estive presente. O fora-da-lei a certa altura pegou na carta e antes de enfiá-la no meio de um dossier de papelada disse para quem quis ouvir: «Cá não há disso!» Voltei a denunciar tudo, mas a situação continuou. Acho que ainda continua. Se fosse hoje, não tinha perdido o meu tempo com o assunto. Tribunais de contas, inspecções-gerais, direcções de combate nem me lembro já a quê… Infelizmente, pelo andar da carruagem, não me parece que sirvam para grande coisa no nosso país.
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